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Economia

Operação Crédito Oculto expõe esquema de usina e fintechs que esconderam compra da Terrana

PorMilena VogadoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 53 min
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Locução neural da Yumi IA em português

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Operação Crédito Oculto expõe esquema de usina e fintechs que esconderam compra da Terrana
Fatos Rápidos da Notícia
  • A nova fase da Operação Crédito Oculto, deflagrada em 24 de setembro, investiga o uso de uma usina sucroalcooleira e fintechs para adquirir a distribuidora de combustíveis Terrana
  • Operadores chefiados por Roberto Augusto Leme da Silva (Beto Louco) e Mohamad Hussein Mourad (Primo) realizaram operação simulada de R$ 370 milhões em direitos creditários via transferência de cotas de FIDC
  • O Ministério Público de São Paulo (MPSP) formalizou denúncia contra Beto Louco e Primo, com apoio das fases anteriores da Operação Carbono Oculto
Resumo Editorial

O esquema fraudulento movimentou R$ 370 milhões em direitos creditários para ocultar a compra da Terrana por uma usina e fintechs, segundo o MPSP.

Na manhã de quinta-feira, 24 de setembro, a O peração Crédito O culto, terceira fase da Carbono O culto, revelou um esquema complexo no qual uma usina sucroalcooleira e fintechs teriam utilizado direitos creditários no valor de R$ 370 milhões para efetuar a aquisição da distribuidora Terrana, sob a direção dos empresários Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, o Primo, ambos foragidos da Justiça.

Estrutura O culta e Mecanismos de Blindagem Financeira

A investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) identificou que a usina sucroalcooleira Itajobi, localizada em Marapoama, interior paulista, operou com o objetivo de servir como fachada para a compra da Terrana por meio de uma operação simulada de direitos creditários vinculados a um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), cujas cotas foram transferidas em uma movimentação que ultrapassou os R$ 370 milhões.

Segundo os laudos periciais e as denúncias formais apresentadas pelo MPSP, os recursos foram captados por meio de contas intermediárias — denominadas 'contas bolsões' — em fintechs controladas por associados do grupo investigado, configurando uma técnica sistemática de pulverização e blindagem para mascarar a origem ilícita dos valores e legitimar a aquisição final da distribuidora.

Ponto de Destaque

A operação simulada movimentou R$ 370 milhões em direitos creditários por meio de transferência fraudulenta de cotas de FIDC.

Repercussão Legal e Estratégia Futura

O MPSP formalizou denúncia contra Beto Louco e Primo com base em provas que comprovam participação direta na estruturação do esquema, que se articulava por meio da ocultação da titularidade da Itajobi por intermédio de fundos de investimento e empresas fictícias, técnica já observada nas fases anteriores da O peração Carbono O culto.

As autoridades já acionaram canais de cooperação internacional e sinalizam a possibilidade de congelamento de ativos vinculados aos investigados, enquanto o Ministério da Justiça deve ampliar o escopo da investigação para incluir eventuais vínculos com o Banco Genial e o grupo Dark Horse mencionado nas investigações preliminares.

Atenção / Ponto Crítico
O s investigados correm risco imediato de prisão preventiva e confisco judicial caso condenados pela Justiça Federal em primeira instância.

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