Na manhã de terça‑feira, 6 de novembro, o menino autista não verbal, desaparecido em O sasco, foi localizado pela Polícia Militar dentro do Cemitério Memorial Parque Jaraguá, na zona norte de São Paulo, onde foi encontrado sozinho e desorientado, usando uniforme escolar e chinelos.
Contexto Institucional e Desenvolvimento da Busca
A operação de localização iniciou‑se após um funcionário do cemitério perceber a presença de uma criança isolada nas dependências do Parque Jaraguá; ele prestou socorro imediato e acionou a viatura da Polícia Militar, que isolou o menor dentro da viatura enquanto coordenava a identificação da família.
O s agentes da PM cruzaram as características físicas e comportamentais do menino com os alertas emitidos pela Cabine Muralha Paulista Desaparecidos, integrando informações de um portal de notícias que divulgara o desaparecimento e facilitando a reconciliação com a mãe, que compareceu ao local ainda no mesmo dia.
O Conselho Tutelar do bairro de Jaraguá acompanhou o atendimento, garantindo a observância dos direitos da criança, enquanto a família, orientada pelas autoridades policiais, pôde reencontrar o filho sem demora.
A ausência de comunicação verbal por parte do menor demandou o uso de recursos visuais e táteis na busca, evidenciando a necessidade de protocolos adaptados para crianças neurodivergentes em situações de risco.
O menor foi encontrado em menos de 24 horas após o desaparecimento, evitando possíveis tragédias.
Repercussão Jurídica e Próximos Desdobramentos
A Polícia Militar destacou que as medidas adotadas obedeceram aos protocolos de atendimento a menores vulneráveis, reforçando a eficácia da integração entre as unidades de segurança pública e os mecanismos de alerta da Cabine Muralha Paulista Desaparecidos.
O Conselho Tutelar reafirmou a necessidade de monitoramento contínuo das crianças com autismo e outras condições que dificultem a comunicação, propondo ações preventivas junto às instituições educacionais e de saúde.
As autoridades ressaltam que a rápida identificação e o encaminhamento imediato da criança ao cuidado da mãe representam um modelo de resposta eficaz, que deve ser institucionalizado em futuras ocorrências similares.


