São Paulo — O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o horário de votação deste domingo (25/10) de segundo turno seja ampliado após denúncias de redução da frota de ônibus em São Paulo e outros municípios brasileiros. O petista acusou prefeitos, governadores e empresários de impedirem que os brasileiros se dirijam às urnas. O petista chamou a situação de “abominável” e a comparou com as eleições de 2022, quando bloqueios da Polícia Rodoviária Federal (PRF) atrapalharam o deslocamento de eleitores no Nordeste.“Nós não vamos aceitar banditismo, mau-caratismo, nem de prefeito, nem de governador, nem de empresário. Essas pessoas precisam aprender a respeitar a democracia nesse país”, disse ele. “E quem está falando é uma pessoa que já disputou muitas eleições e já respeitou muitos resultados. Mas eu não vou permitir, não vou permitir que o povo seja outra vez enganado, como foi em 2022, quando a Polícia Rodoviária Federal não permitiu que as pessoas fossem votar”.As declarações foram dadas a jornalistas em frente à sua residência no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, neste domingo (25/10).Pouco antes, o presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, pediu à Justiça Eleitoral a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges. A alegação é de que a Prefeitura de São Paulo não está cumprindo a decisão judicial que determinou a disponibilização de 100% da frota de ônibus no domingo.5 imagensFechar modal.1 de 5William Cardoso/Metrópoles2 de 5William Cardoso/Metrópoles3 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao Metrópoles4 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao Metrópoles5 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao MetrópolesA campanha petista afirma ter recebido informações de que as empresas responsáveis pelo transporte coletivo por ônibus na capital estão operando com apenas 60% da frota.TRE pede informações imediatasO Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pediu, neste domingo, que a Prefeitura de São Paulo preste “imediatas informações” em relações à circulação de ônibus na capital paulista, durante esse domingo de eleições (25/10). No sábado, o TRE-SP havia determinado que a capital paulista mantivesse 100% da frota de ônibus operando neste domingo de eleições. Leia também São PauloLula pede que “povo não desista de votar” por falta de ônibus neste domingo São PauloLula cobra de Nunes Marques e Mendonça solução para eleitores sem ônibus Manoela AlcântaraKassio dá 30 minutos para prefeituras explicarem falta de ônibus na Bahia São PauloTRE-SP pede que prefeitura apresente informações sobre frota de ônibus Em nota, a SPTrans disse ter sido notificada pela Corte Eleitoral às 13h10 de sábado (24/10), menos de 12 horas antes do início da operação. A companhia afirmou que “agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento”, conforme nota enviada ao Metrópoles.A SPTrans ressaltou, contudo, “que a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos”. “Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas. A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição”, disse.Leia a nota completa da Prefeitura de São Paulo na íntegra:“A SPTrans informa que foi notificada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) às 13h10 do sábado 24 de outubro sobre a determinação de colocar 100% da frota de ônibus municipais em operação neste domingo (25), com menos de 12 horas de antecedência em relação ao início da operação.Imediatamente após receber a notificação, às 13h32, a SPTrans agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento. A atuação da empresa foi pautada pela agilidade, pela transparência e pelo compromisso com a prestação do serviço público de transporte.É importante considerar, contudo, que a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos. Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas. A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição.O planejamento originalmente estabelecido pela SPTrans foi elaborado com base em critérios técnicos e em dados efetivos de demanda. No domingo anterior, aproximadamente 6,9 mil ônibus estiveram em operação, oferecendo cerca de 8 milhões de lugares e transportando 3,4 milhões de passageiros. Esses indicadores subsidiaram a definição de uma oferta de transporte compatível com o comportamento observado da demanda.Cabe destacar, ainda, que o plano operacional havia sido encaminhado previamente aos órgãos eleitorais competentes, sem questionamentos registrados até então, e foi adotado no primeiro turno. A programação foi divulgada com transparência, por meio de comunicados à população e aos órgãos responsáveis.A SPTrans respeita as determinações da Justiça Eleitoral e atua para viabilizar o atendimento à população, observadas as condições operacionais necessárias à execução do serviço. A necessidade de alteração de um planejamento previamente estruturado, quando comunicada com antecedência inferior a 12 horas, deve ser analisada à luz das condições concretas de mobilização de veículos e profissionais, sem desconsiderar os impactos sobre a organização do trabalho e o direito ao voto dos trabalhadores.Ressalta-se que a tarifa de ônibus municipais permanece gratuita aos domingos, conforme a política do Domingão Tarifa Zero, em vigor desde dezembro de 2023, garantindo à população o acesso ao transporte público sem cobrança de passagem.A SPTrans permanece monitorando a operação e a disponibilidade da frota, atuando junto às concessionárias para assegurar o atendimento aos passageiros e contribuir para que todos possam chegar aos seus destinos, inclusive aos locais de votação, com segurança e eficiência.”
"Não vamos aceitar banditismo", diz Lula sobre denúncias de frota reduzida
Locução neural da Yumi IA em português

- São Paulo — O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o horário de votação deste domingo (25/10) de segundo turno seja ampliado após denúncias de redução da frota de ônibus em São Paulo e outros municípios brasileiros. O petista acusou prefeitos, governadores e empresários de impedirem que os brasileiros se dirijam às urnas. O petista chamou a situação de “abominável” e a comparou com as eleições de 2022, quando bloqueios da Polícia Rodoviária Federal (PRF) atrapalharam o deslocamento de eleitores no Nordeste.“Nós não vamos aceitar banditismo, mau-caratismo, nem de prefeito, nem de governador, nem de empresário. Essas pessoas precisam aprender a respeitar a democracia nesse país”, disse ele. “E quem está falando é uma pessoa que já disputou muitas eleições e já respeitou muitos resultados. Mas eu não vou permitir, não vou permitir que o povo seja outra vez enganado, como foi em 2022, quando a Polícia Rodoviária Federal não permitiu que as pessoas fossem votar”.As declarações foram dadas a jornalistas em frente à sua residência no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, neste domingo (25/10).Pouco antes, o presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, pediu à Justiça Eleitoral a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges. A alegação é de que a Prefeitura de São Paulo não está cumprindo a decisão judicial que determinou a disponibilização de 100% da frota de ônibus no domingo.5 imagensFechar modal.1 de 5William Cardoso/Metrópoles2 de 5William Cardoso/Metrópoles3 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao Metrópoles4 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao Metrópoles5 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao MetrópolesA campanha petista afirma ter recebido informações de que as empresas responsáveis pelo transporte coletivo por ônibus na capital estão operando com apenas 60% da frota.TRE pede informações imediatasO Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pediu, neste domingo, que a Prefeitura de São Paulo preste “imediatas informações” em relações à circulação de ônibus na capital paulista, durante esse domingo de eleições (25/10). No sábado, o TRE-SP havia determinado que a capital paulista mantivesse 100% da frota de ônibus operando neste domingo de eleições. Leia também São PauloLula pede que “povo não desista de votar” por falta de ônibus neste domingo São PauloLula cobra de Nunes Marques e Mendonça solução para eleitores sem ônibus Manoela AlcântaraKassio dá 30 minutos para prefeituras explicarem falta de ônibus na Bahia São PauloTRE-SP pede que prefeitura apresente informações sobre frota de ônibus Em nota, a SPTrans disse ter sido notificada pela Corte Eleitoral às 13h10 de sábado (24/10), menos de 12 horas antes do início da operação. A companhia afirmou que “agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento”, conforme nota enviada ao Metrópoles.A SPTrans ressaltou, contudo, “que a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos”. “Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas. A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição”, disse.Leia a nota completa da Prefeitura de São Paulo na íntegra:“A SPTrans informa que foi notificada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) às 13h10 do sábado 24 de outubro sobre a determinação de colocar 100% da frota de ônibus municipais em operação neste domingo (25), com menos de 12 horas de antecedência em relação ao início da operação.Imediatamente após receber a notificação, às 13h32, a SPTrans agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento. A atuação da empresa foi pautada pela agilidade, pela transparência e pelo compromisso com a prestação do serviço público de transporte.É importante considerar, contudo, que a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos. Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas. A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição.O planejamento originalmente estabelecido pela SPTrans foi elaborado com base em critérios técnicos e em dados efetivos de demanda. No domingo anterior, aproximadamente 6,9 mil ônibus estiveram em operação, oferecendo cerca de 8 milhões de lugares e transportando 3,4 milhões de passageiros. Esses indicadores subsidiaram a definição de uma oferta de transporte compatível com o comportamento observado da demanda.Cabe destacar, ainda, que o plano operacional havia sido encaminhado previamente aos órgãos eleitorais competentes, sem questionamentos registrados até então, e foi adotado no primeiro turno. A programação foi divulgada com transparência, por meio de comunicados à população e aos órgãos responsáveis.A SPTrans respeita as determinações da Justiça Eleitoral e atua para viabilizar o atendimento à população, observadas as condições operacionais necessárias à execução do serviço. A necessidade de alteração de um planejamento previamente estruturado, quando comunicada com antecedência inferior a 12 horas, deve ser analisada à luz das condições concretas de mobilização de veículos e profissionais, sem desconsiderar os impactos sobre a organização do trabalho e o direito ao voto dos trabalhadores.Ressalta-se que a tarifa de ônibus municipais permanece gratuita aos domingos, conforme a política do Domingão Tarifa Zero, em vigor desde dezembro de 2023, garantindo à população o acesso ao transporte público sem cobrança de passagem.A SPTrans permanece monitorando a operação e a disponibilidade da frota, atuando junto às concessionárias para assegurar o atendimento aos passageiros e contribuir para que todos possam chegar aos seus destinos, inclusive aos locais de votação, com segurança e eficiência.”
São Paulo — O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o horário de votação deste domingo (25/10) de segundo turno seja ampliado após denúncias de redução da frota de ônibus em São Paulo e outros municípios brasileiros. O petista acusou prefeitos, governadores e empresários de impedirem que os brasileiros se dirijam às urnas. O petista chamou a situação de “abominável” e a comparou com as eleições de 2022, quando bloqueios da Polícia Rodoviária Federal (PRF) atrapalharam o deslocamento de eleitores no Nordeste.“Nós não vamos aceitar banditismo, mau-caratismo, nem de prefeito, nem de governador, nem de empresário. Essas pessoas precisam aprender a respeitar a democracia nesse país”, disse ele. “E quem está falando é uma pessoa que já disputou muitas eleições e já respeitou muitos resultados. Mas eu não vou permitir, não vou permitir que o povo seja outra vez enganado, como foi em 2022, quando a Polícia Rodoviária Federal não permitiu que as pessoas fossem votar”.As declarações foram dadas a jornalistas em frente à sua residência no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, neste domingo (25/10).Pouco antes, o presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, pediu à Justiça Eleitoral a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges. A alegação é de que a Prefeitura de São Paulo não está cumprindo a decisão judicial que determinou a disponibilização de 100% da frota de ônibus no domingo.5 imagensFechar modal.1 de 5William Cardoso/Metrópoles2 de 5William Cardoso/Metrópoles3 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao Metrópoles4 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao Metrópoles5 de 5Andréia Alves Pereira/Imagens cedidas ao MetrópolesA campanha petista afirma ter recebido informações de que as empresas responsáveis pelo transporte coletivo por ônibus na capital estão operando com apenas 60% da frota.TRE pede informações imediatasO Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pediu, neste domingo, que a Prefeitura de São Paulo preste “imediatas informações” em relações à circulação de ônibus na capital paulista, durante esse domingo de eleições (25/10). No sábado, o TRE-SP havia determinado que a capital paulista mantivesse 100% da frota de ônibus operando neste domingo de eleições. Leia também São PauloLula pede que “povo não desista de votar” por falta de ônibus neste domingo São PauloLula cobra de Nunes Marques e Mendonça solução para eleitores sem ônibus Manoela AlcântaraKassio dá 30 minutos para prefeituras explicarem falta de ônibus na Bahia São PauloTRE-SP pede que prefeitura apresente informações sobre frota de ônibus Em nota, a SPTrans disse ter sido notificada pela Corte Eleitoral às 13h10 de sábado (24/10), menos de 12 horas antes do início da operação. A companhia afirmou que “agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento”, conforme nota enviada ao Metrópoles.A SPTrans ressaltou, contudo, “que a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos”. “Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas. A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição”, disse.Leia a nota completa da Prefeitura de São Paulo na íntegra:“A SPTrans informa que foi notificada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) às 13h10 do sábado 24 de outubro sobre a determinação de colocar 100% da frota de ônibus municipais em operação neste domingo (25), com menos de 12 horas de antecedência em relação ao início da operação.Imediatamente após receber a notificação, às 13h32, a SPTrans agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento. A atuação da empresa foi pautada pela agilidade, pela transparência e pelo compromisso com a prestação do serviço público de transporte.É importante considerar, contudo, que a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos. Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas. A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição.O planejamento originalmente estabelecido pela SPTrans foi elaborado com base em critérios técnicos e em dados efetivos de demanda. No domingo anterior, aproximadamente 6,9 mil ônibus estiveram em operação, oferecendo cerca de 8 milhões de lugares e transportando 3,4 milhões de passageiros. Esses indicadores subsidiaram a definição de uma oferta de transporte compatível com o comportamento observado da demanda.Cabe destacar, ainda, que o plano operacional havia sido encaminhado previamente aos órgãos eleitorais competentes, sem questionamentos registrados até então, e foi adotado no primeiro turno. A programação foi divulgada com transparência, por meio de comunicados à população e aos órgãos responsáveis.A SPTrans respeita as determinações da Justiça Eleitoral e atua para viabilizar o atendimento à população, observadas as condições operacionais necessárias à execução do serviço. A necessidade de alteração de um planejamento previamente estruturado, quando comunicada com antecedência inferior a 12 horas, deve ser analisada à luz das condições concretas de mobilização de veículos e profissionais, sem desconsiderar os impactos sobre a organização do trabalho e o direito ao voto dos trabalhadores.Ressalta-se que a tarifa de ônibus municipais permanece gratuita aos domingos, conforme a política do Domingão Tarifa Zero, em vigor desde dezembro de 2023, garantindo à população o acesso ao transporte público sem cobrança de passagem.A SPTrans permanece monitorando a operação e a disponibilidade da frota, atuando junto às concessionárias para assegurar o atendimento aos passageiros e contribuir para que todos possam chegar aos seus destinos, inclusive aos locais de votação, com segurança e eficiência.”
Verificação Editorial Giro Mix News
Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.


