Diante da reta decisiva do segundo turno presidencial, marcada para 25 de outubro, o senador Helder Barbalho (MDB), recém-eleito pelo Pará, posicionou-se publicamente a favor do fim da escala 6×1, em movimento que coincide com a tramitação da PEC que prevê a redução da jornada semanal de trabalho e o acréscimo de um dia de descanso.
Contexto Institucional e Antecedentes da Proposta
A manifestação de Helder Barbalho, que assumirá cargo no Senado a partir de 2027, surgiu após declaração em rede social no qual o parlamentar sinalizou suporte ao fim da tradicional escala 6×1, composta por seis dias de trabalho seguido de um dia de folga, um tema central nas negociações entre os candidatos Lula (PT) e Bolsonaro (PL) na corrida pela presidência.
O senador destacou-se por não ter assumido anteriormente uma posição explícita sobre o assunto, o que reforça a relevância estratégica do posicionamento na atual conjuntura política, especialmente em um cenário em que a proposta de alteração da jornada figura como eixo decisivo nas agendas estaduais e federais.
A votação da PEC na primeira fase está marcada para a próxima semana, enquanto o segundo turno presidencial será decidido em 25 de outubro.
Repercussão Jurídica e Estratégias Políticas
A posição de Helder Barbalho reforça o esforço do MDB em consolidar alianças com o governo [sic] governo federal após as eleições, posicionando-se como articulador chave em uma pauta sensível ao mercado de trabalho e às expectativas dos setores produtivos.
A expectativa é que a definição da PEC, ainda em fase inicial de tramitação, influencie decisivamente a aprovação da matéria no plenário do Senado, com implicações diretas nos salários, na produtividade e nos ajustes operacionais nas empresas brasileiras.



