Carregando...
Voltar para a página inicial
Geral

Antigo posto alvo da PF no Tatuapé reabre como Pitstop com promoção de picanha e presença de Vampeta

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 04:00
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
Antigo posto alvo da PF no Tatuapé reabre como Pitstop com promoção de picanha e presença de Vampeta
Fatos Rápidos da Notícia
  • Posto Munique no Tatuapé reabre como Pitstop com promoção de picanha para abastecimentos acima de 35 litros
  • Vampeta estrelou vídeo promocional e participou da inauguração no dia 4 de setembro
  • Estabelecimento foi alvo da Operação Tank da PF por suspeita de adulteração de combustíveis
Resumo Editorial

O estabelecimento anteriormente conhecido como Auto Posto Rei do Tatuapé, investigado na Operação Tank, foi assumido pela rede Pitstop e agora oferece picanha para clientes que abastecerem 35 litros ou mais, com participação do ex-jogador Vampeta na inauguração.

O posto localizado no bairro do Tatuapé, zona leste de São Paulo, foi reaberto sob a bandeira Pitstop no dia 4 de setembro. O novo proprietário, Flávio Cava, anunciou uma promoção que oferece uma peça de picanha para quem abastecer 35 litros ou mais de combustível.

O ex-jogador Vampeta, embaixador da rede Pitstop e pentacampeão do mundo pela Seleção Brasileira, participou da festa de inauguração e convidou o público a comparecer ao evento nas redes sociais.

O local anteriormente operava como Auto Posto Rei do Tatuapé e foi um dos alvos da Operação Tank, deflagrada pela Polícia Federal no mesmo dia da Operação Carbono Oculto, do Ministério Público de São Paulo. A investigação apontava que o estabelecimento adulterava combustíveis e servia como ponto de reunião dos operadores do esquema.

Flávio Cava assumiu o ponto em março deste ano. Com duas décadas de atuação no setor de combustíveis, ele costuma adquirir postos que enfrentam dificuldades financeiras ou judiciais e afirmou que operações como a Carbono Oculto beneficiaram empresários do mercado ao retirar concorrentes irregulares.

A Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025 pelo MPSP, é considerada a maior ação contra a infiltração do crime organizado na cadeia de combustíveis do país. A investigação expôs um grupo criminoso que controlava canaviais, usinas, distribuidoras e postos de gasolina, envolvendo centenas de empresas em fraudes fiscais, sonegação e lavagem de dinheiro.

Investigadores estimam que o esquema comandado por Primo e Beto Louco movimentou R$ 54 bilhões entre 2019 e 2024, com pelo menos R$ 8,4 bilhões desviados em fraudes tributárias e lavagem de capital. As defesas dos acusados negam ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Mais de um ano após a deflagração da operação, Primo e Beto Louco seguem foragidos. Trabalhadores rurais ainda buscam indenizações e alguns postos ligados ao grupo continuam funcionando sem autorização. A apuração também resultou em maior expertise para desvendar outras fraudes financeiras e contribuiu para o crescimento da arrecadação estadual com combustíveis.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio