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Com 1,9 milhão de empresas, Serviços empregou 15,9 milhões em 2024: entenda os detalhes da apuração

PorDeivid SouzaVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 16:19
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Com 1,9 milhão de empresas, Serviços empregou 15,9 milhões em 2024: entenda os detalhes da apuração
Fatos Rápidos da Notícia
  • O setor de Serviços brasileiro empregou 15,9 milhões de pessoas em 2024, distribuídas em 1,9 milhão de empresas, segundo a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) divulgada pelo IBGE em 27/8
  • O total de salários, retiradas e outras remunerações no setor somou R$ 644,2 bilhões em 2024, com salário médio equivalente a 2,2 salários mínimos
  • A receita líquida do setor reached R$ 3,5 trilhões em 2024, com destaque para os Serviços técnico-profissionais, responsáveis por R$ 446 bilhões
Resumo Editorial

O IBGE revelou que o setor de serviços empregou 15,9 milhões de trabalhadores em 1,9 milhão de empresas, gerando R$ 3,5 trilhões em receita líquida em 2024.

Na quinta-feira (27/8), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os resultados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) de 2024, revelando que o setor empregou 15,9 milhões de trabalhadores em 1,9 milhão de empresas, com receita líquida totalizando R$ 3,5 trilhões e salários que somaram R$ 644,2 bilhões.

Contexto Institucional e Estatístico da Pesquisa Anual de Serviços

A Pesquisa Anual de Serviços, realizada pelo IBGE desde 2008, oferece um panorama abrangente sobre a estrutura produtiva do país, indicando que o setor de Serviços, responsável por 70% do PIB brasileiro, manteve posição central na economia em 2024 com 15,9 milhões de empregados distribuídos em 1,9 milhão de empresas, superando até mesmo o setor industrial no número de postos de trabalho.

O s dados apontam ainda que a remuneração média dos profissionais atingiu 2,2 salários mínimos, enquanto a atividade de serviços de alimentação concentrou 11,7% do total de ocupados, consolidando-se como principal fonte de emprego no setor.

Ponto de Destaque

O setor de serviços registrou receita líquida de R$ 3,5 trilhões em 2024, com destaque para os serviços técnico-profissionais que faturaram R$ 446 bilhões.

Repercussão Setorial e Perspectivas Futuras

As declarações do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Skaf, reforçam a necessidade de políticas que equilibrem o crescimento do setor de serviços com a preservação da indústria nacional, especialmente diante da volatilidade das tarifas internacionais.

Especialistas apontam que a combinação entre a expansão do setor de serviços e a estagnação da indústria exige estratégias integradas, como investimentos em qualificação profissional e incentivos à inovação tecnológica para evitar desequilíbrios estruturais.

Atenção / Ponto Crítico
A exigência de regularidade nas relações trabalhistas e a fiscalização rigorosa das empresas que operam com mão-de-obra terceirizada entrarão em vigor até dezembro de 2025.

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