Na etapa final da Copa do Mundo de Ginástica Artística realizada em Szombathely, na Hungria, Flávia Saraiva sagrou-se campeã olímpica na prova da trave, somando 13,766 pontos e consolidando o segundo título nacional nesse aparelho, enquanto Rebeca Andrade assegurou a medalha de prata com 13,600 pontos, encerrando um ciclo de retorno às competições internacionais desde 2024 e reforçando o domínio brasileiro no pódio do evento.
Contexto Institucional e Histórico da Prova
A competição, que integra a terceira parada da série da Copa do Mundo de Ginástica Artística, contou com a participação de 11 atletas brasileiros em diversas categorias e se configurou como ponto estratégico para a preparação da delegação nacional rumo ao Campeonato Mundial de Ginástica Artística, em Roterdã (outubro), evento que determinará os critérios de qualificação para os Jogos O límpicos de Los Angeles 2028.
Flávia Saraiva, já vencedora da etapa anterior em Szombathely na prova das barras assimétricas com 13,366 pontos, consolidou sua hegemonia na trave com execução impecável e ausência de falhas técnicas, enquanto Rebeca Andrade, após superar desequilíbrios técnicos durante a rotina e uma imprecisão na saída, assegurou a segunda colocação com notas técnicas que refletiram sua condição de lidera classificatória preliminar (14,100 pontos), garantindo à Brasil sua primeira dobradinha no pódio do aparelho neste ciclo olímpico.
Flávia Saraiva conquistou o ouro com 13,766 pontos, marcando o segundo título brasileiro na prova da trave nesta edição da Copa do Mundo.
Repercussão Estratégica e Perspectivas para o Ciclo O límpico
As declarações oficiais da Confederação Brasileira de Ginástica destacam a importância do desempenho coletivo em Szombathely como indicativo positivo para o pathfinder olímpico, com a entidade ressaltando que a presença de dois atletas em medalha no mesmo aparelho evidencia maturação técnica e consistência competitiva da equipe nacional.
A próxima etapa da Copa do Mundo ocorrerá em O sijek, na Holanda (25 a 28 de julho), onde o Brasil buscará ampliar seu cartel de medalhas com vistas ao Mundial de Roterdã, que representa o último ciclo de classificação direta para os Jogos O límpicos de Los Angeles 2028.
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