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Além de Janones: como o PT correu atrás da virada contra Flávio em Minas

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 02:00
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Além de Janones: como o PT correu atrás da virada contra Flávio em Minas
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  • Belo Horizonte – A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25/10) veio acompanhada de uma virada no número de votos também em Minas Gerais, que saiu de uma diferença de cerca de 600 mil para o senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, para quase 100 mil para o petista no segundo.O resultado, avaliam os petistas, deve muito ao deputado federal André Janones (Rede-MG), que criou o canal “Exército do Lula” para organizar e energizar a militância e espalhar conteúdo de campanha. Mas não foi só isso.8 imagensFechar modal.1 de 8Deputada federal Ana ElisaThiago Bonna/Metrópoles2 de 8“General Janones e eu, marechal Silva, vamos comandar essa derrota do inimigo”, afirmou Lulareprodução redes3 de 8Lula faz caminhada em BH nesta quarta-feira (21/10)Daniel Galera / Metrópoles4 de 8Ricardo Stuckert5 de 8Reprodução/ Redes sociais6 de 8Marília Campos (PT)Divulgação/Campanha Marília7 de 8Lula em agenda no RecifeRicardo Stuckert/Divulgação8 de 8O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD)Ricardo Stuckert / PR“O Janones fez um trabalho excelente. Mandei pra ele uma mensagem, quando ele saiu do hospital, na semana passada, a gente deve o resultado desta eleição a você pela persistência”, afirmou a deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) em entrevista nesta segunda (26/10), um dia após a eleição. Leia também BrasilPresidente do PL, Valdemar Costa Neto reconhece vitória de Lula Grande AngularLula perdeu nas três cidades fluminenses comandadas pelo PT Andreza MataisDas 10 cidades onde Lula mais cresceu, 8 estão em Goiás Para além de Janones, os deputados estaduais e federais eleitos e também os não eleitos se mobilizaram para atuarem nas regiões em que tivessem maior quantidade de votos ou com grupos que tivessem mais afeição para angariar apoio.Os deputados federais Rogério Correia, Reginaldo Lopes, Ana Pimentel; os deputados estaduais Leninha, Macaé Evaristo entre outros percorram municípios do estado junto buscando virar votos.A tática foi explicada pela repórter Carolina Nogueira nesta reportagem:“Em cada região de Minas, cada pessoa ficou responsável por uma coisa. Nós ficamos muito bem organizados, realmente a gente tinha a percepção que a gente viraria”, explicou a deputada Ana Elisa.Ana Elisa, a deputada federal mais jovem de Minas, com apenas 21 anos, chegou a ir a Brasília e se reunir com a comunicação e coordenação de campanha do presidente Lula que a deixou encarregada de “trazer a juventude para a rua”.Atuação que, segundo ela, ajudou a insuflar as manifestações que levaram apoiadores para as ruas durante as campanhas de segundo turno.“As pessoas foram para as ruas e lutaram, muito protagonizadas pelo movimento estudantil, pelos DCEs, acredito que essa tenha sido a mudança. As redes sociais, o Exército do Lula, o Janones, nós, a juventude ativa, fazendo, falando a importância da esquerda e da direita se unir contra o bolsonarismo foi muito importante, mas o movimento da rede se deu muito por conta da rua, e a rua se deu muito por conta da rede. No final do dia, elas não se separam”, analisou Ana Elisa.Enviados de LulaO empresário e educador Walfrido Mares Guia, ex-ministro de Lula e aliado do presidente, também teve atuação destacada entre os mineiros, segundo aliados. Assim como o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), que atuou junto aos prefeitos do interior para garantir uma eleição mais favorável.Por fim, Ana Elisa comentou que a vitória em Minas não passa por um nome específico, mas pela construção coletiva da atuação de várias pessoas pelo resultado.“Nunca quis ser protagonista desta eleição, como uma pessoa que salvou. Quero ser contribuinte, como várias pessoas, inclusive pessoas que nunca sejam citadas, pessoas que nem são conhecidas ajudaram a salvar a eleição do presidente”, disse.
Resumo Editorial

Belo Horizonte – A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25/10) veio acompanhada de uma virada no número de votos também em Minas Gerais, que saiu de uma diferença de cerca de 600 mil para o senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, para quase 100 mil para o petista no segundo.O resultado, avaliam os petistas, deve muito ao deputado federal André Janones (Rede-MG), que criou o canal “Exército do Lula” para organizar e energizar a militância e espalhar conteúdo de campanha. Mas não foi só isso.8 imagensFechar modal.1 de 8Deputada federal Ana ElisaThiago Bonna/Metrópoles2 de 8“General Janones e eu, marechal Silva, vamos comandar essa derrota do inimigo”, afirmou Lulareprodução redes3 de 8Lula faz caminhada em BH nesta quarta-feira (21/10)Daniel Galera / Metrópoles4 de 8Ricardo Stuckert5 de 8Reprodução/ Redes sociais6 de 8Marília Campos (PT)Divulgação/Campanha Marília7 de 8Lula em agenda no RecifeRicardo Stuckert/Divulgação8 de 8O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD)Ricardo Stuckert / PR“O Janones fez um trabalho excelente. Mandei pra ele uma mensagem, quando ele saiu do hospital, na semana passada, a gente deve o resultado desta eleição a você pela persistência”, afirmou a deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) em entrevista nesta segunda (26/10), um dia após a eleição. Leia também BrasilPresidente do PL, Valdemar Costa Neto reconhece vitória de Lula Grande AngularLula perdeu nas três cidades fluminenses comandadas pelo PT Andreza MataisDas 10 cidades onde Lula mais cresceu, 8 estão em Goiás Para além de Janones, os deputados estaduais e federais eleitos e também os não eleitos se mobilizaram para atuarem nas regiões em que tivessem maior quantidade de votos ou com grupos que tivessem mais afeição para angariar apoio.Os deputados federais Rogério Correia, Reginaldo Lopes, Ana Pimentel; os deputados estaduais Leninha, Macaé Evaristo entre outros percorram municípios do estado junto buscando virar votos.A tática foi explicada pela repórter Carolina Nogueira nesta reportagem:“Em cada região de Minas, cada pessoa ficou responsável por uma coisa. Nós ficamos muito bem organizados, realmente a gente tinha a percepção que a gente viraria”, explicou a deputada Ana Elisa.Ana Elisa, a deputada federal mais jovem de Minas, com apenas 21 anos, chegou a ir a Brasília e se reunir com a comunicação e coordenação de campanha do presidente Lula que a deixou encarregada de “trazer a juventude para a rua”.Atuação que, segundo ela, ajudou a insuflar as manifestações que levaram apoiadores para as ruas durante as campanhas de segundo turno.“As pessoas foram para as ruas e lutaram, muito protagonizadas pelo movimento estudantil, pelos DCEs, acredito que essa tenha sido a mudança. As redes sociais, o Exército do Lula, o Janones, nós, a juventude ativa, fazendo, falando a importância da esquerda e da direita se unir contra o bolsonarismo foi muito importante, mas o movimento da rede se deu muito por conta da rua, e a rua se deu muito por conta da rede. No final do dia, elas não se separam”, analisou Ana Elisa.Enviados de LulaO empresário e educador Walfrido Mares Guia, ex-ministro de Lula e aliado do presidente, também teve atuação destacada entre os mineiros, segundo aliados. Assim como o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), que atuou junto aos prefeitos do interior para garantir uma eleição mais favorável.Por fim, Ana Elisa comentou que a vitória em Minas não passa por um nome específico, mas pela construção coletiva da atuação de várias pessoas pelo resultado.“Nunca quis ser protagonista desta eleição, como uma pessoa que salvou. Quero ser contribuinte, como várias pessoas, inclusive pessoas que nunca sejam citadas, pessoas que nem são conhecidas ajudaram a salvar a eleição do presidente”, disse.

Belo Horizonte – A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25/10) veio acompanhada de uma virada no número de votos também em Minas Gerais, que saiu de uma diferença de cerca de 600 mil para o senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, para quase 100 mil para o petista no segundo.O resultado, avaliam os petistas, deve muito ao deputado federal André Janones (Rede-MG), que criou o canal “Exército do Lula” para organizar e energizar a militância e espalhar conteúdo de campanha. Mas não foi só isso.8 imagensFechar modal.1 de 8Deputada federal Ana ElisaThiago Bonna/Metrópoles2 de 8“General Janones e eu, marechal Silva, vamos comandar essa derrota do inimigo”, afirmou Lulareprodução redes3 de 8Lula faz caminhada em BH nesta quarta-feira (21/10)Daniel Galera / Metrópoles4 de 8Ricardo Stuckert5 de 8Reprodução/ Redes sociais6 de 8Marília Campos (PT)Divulgação/Campanha Marília7 de 8Lula em agenda no RecifeRicardo Stuckert/Divulgação8 de 8O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD)Ricardo Stuckert / PR“O Janones fez um trabalho excelente. Mandei pra ele uma mensagem, quando ele saiu do hospital, na semana passada, a gente deve o resultado desta eleição a você pela persistência”, afirmou a deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) em entrevista nesta segunda (26/10), um dia após a eleição. Leia também BrasilPresidente do PL, Valdemar Costa Neto reconhece vitória de Lula Grande AngularLula perdeu nas três cidades fluminenses comandadas pelo PT Andreza MataisDas 10 cidades onde Lula mais cresceu, 8 estão em Goiás Para além de Janones, os deputados estaduais e federais eleitos e também os não eleitos se mobilizaram para atuarem nas regiões em que tivessem maior quantidade de votos ou com grupos que tivessem mais afeição para angariar apoio.Os deputados federais Rogério Correia, Reginaldo Lopes, Ana Pimentel; os deputados estaduais Leninha, Macaé Evaristo entre outros percorram municípios do estado junto buscando virar votos.A tática foi explicada pela repórter Carolina Nogueira nesta reportagem:“Em cada região de Minas, cada pessoa ficou responsável por uma coisa. Nós ficamos muito bem organizados, realmente a gente tinha a percepção que a gente viraria”, explicou a deputada Ana Elisa.Ana Elisa, a deputada federal mais jovem de Minas, com apenas 21 anos, chegou a ir a Brasília e se reunir com a comunicação e coordenação de campanha do presidente Lula que a deixou encarregada de “trazer a juventude para a rua”.Atuação que, segundo ela, ajudou a insuflar as manifestações que levaram apoiadores para as ruas durante as campanhas de segundo turno.“As pessoas foram para as ruas e lutaram, muito protagonizadas pelo movimento estudantil, pelos DCEs, acredito que essa tenha sido a mudança. As redes sociais, o Exército do Lula, o Janones, nós, a juventude ativa, fazendo, falando a importância da esquerda e da direita se unir contra o bolsonarismo foi muito importante, mas o movimento da rede se deu muito por conta da rua, e a rua se deu muito por conta da rede. No final do dia, elas não se separam”, analisou Ana Elisa.Enviados de LulaO empresário e educador Walfrido Mares Guia, ex-ministro de Lula e aliado do presidente, também teve atuação destacada entre os mineiros, segundo aliados. Assim como o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), que atuou junto aos prefeitos do interior para garantir uma eleição mais favorável.Por fim, Ana Elisa comentou que a vitória em Minas não passa por um nome específico, mas pela construção coletiva da atuação de várias pessoas pelo resultado.“Nunca quis ser protagonista desta eleição, como uma pessoa que salvou. Quero ser contribuinte, como várias pessoas, inclusive pessoas que nunca sejam citadas, pessoas que nem são conhecidas ajudaram a salvar a eleição do presidente”, disse.

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