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Polícia

Sargento da PM é julgado por assassinar esposa e tentar matar filha em clínica de Santos

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 14 min
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Sargento da PM é julgado por assassinar esposa e tentar matar filha em clínica de Santos
Fatos Rápidos da Notícia
  • Autoridades e órgãos oficiais acompanham os desdobramentos do tema apurado.
  • Os registros, decisões e dados centrais foram confirmados formalmente.
  • Medidas institucionais e regulatórias permanecem em curso e sob monitoramento.
Resumo Editorial

O sargento da PM responde por feminicídio e tentativa de homicídio na morte da esposa e ameaça à filha, com sentença prevista até 28 de junho.

Na quarta-feira (14), o sargento da Polícia Militar Samir Carvalho foi submetido ao julgamento na 1ª Vara Criminal do Fórum de Santos, acusado de homicídio qualificado contra a esposa, Amanda Fernandes, e tentativa de homicídio agravado contra a filha do casal, em crime ocorrido em maio de 2025 na clínica médica localizada na Vila Belmiro, em Santos.

Contexto Criminal e Dinâmica do Crime

As investigações apuraram que o policial invadiu a clínica de dermatologia e estética onde a vítima e a criança se encontravam com um médico, após perceber a presença do marido; a vítima trancou-se com a filha e o profissional, acionando as autoridades, enquanto o sargento, ao acessar outra área da unidade, utilizou arma de fogo para disparar contra as duas vítimas antes de desferir facadas contra Amanda, que morreu no local, e socorrer a criança, que foi encaminhada à Santa Casa de Santos.

Conforme laudo pericial e testemunhal colhido durante a instrução criminal, o réu demonstrou conduta reiterada de violência doméstica prévia, embora ainda não tenha sido formalmente reconhecida em sentença definitiva, o que reforça a gravidade da acusação de homicídio qualificado com qualificadora de feminicídio.

Ponto de Destaque

O sargento Samir Carvalho responde por homicídio qualificado com qualificadora de feminicídio contra Amanda Fernandes e tentativa de homicídio agravado contra a filha.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos

A defesa do militar ainda não apresentou contestação formal ao longo do processo, embora tenha sido contatada pela para esclarecimento sobre os argumentos que contestarão as acusações e apontarão eventuais falhas na cadeia de custódia ou na interpretação dos elementos probatórios apresentados pelo Ministério Público.

O caso segue sob rigoroso acompanhamento do Conselho Tutelar de Santos e da Secretaria de Direitos Humanos do Estado, que avaliam o impacto social da decisão judicial e possíveis medidas protetivas para os demais dependentes da vítima.

Atenção / Ponto Crítico
A sentença final está prevista para ser proferida até o dia 28 de junho, sob pena de nulidade processual caso haja recurso interposto no prazo legal.

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