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Trabalhadores da CET fecham acordo com Prefeitura de SP e evitam greve durante Fórmula 1

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 21:58
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Trabalhadores da CET fecham acordo com Prefeitura de SP e evitam greve durante Fórmula 1
Fatos Rápidos da Notícia
  • Trabalhadores da CET aceitaram acordo com a Prefeitura de SP para evitar greve durante a Fórmula 1.
  • O reajuste salarial acordado é de 4,11%, com reajustes em benefícios e manutenção de direitos.
  • Sindicato havia rejeitado proposta anterior que incluía corte no adicional de férias e redução de folgas.
Resumo Editorial

Funcionários da Companhia de Engenharia de Tráfego e a administração municipal chegaram a um consenso salarial, impedindo uma paralisação prevista para coincidir com o GP São Paulo de Fórmula 1.

Os trabalhadores da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) aceitaram uma proposta conciliatória da Prefeitura de São Paulo, evitando uma greve que estava prevista para iniciar durante o período do GP São Paulo de Fórmula 1. O acordo foi selado após o Sindicato dos Trabalhadores no Sistema de Operação, Sinalização, Fiscalização Manutenção e Planejamento Viário e Urbano do Estado de São Paulo (Sindviários) ser convocado pela direção da CET para uma reunião.

O trato estabelece um reajuste de 4,11% no salário da categoria, além de aumentos no vale-alimentação, vale-refeição e participação nos lucros e resultados, com a manutenção dos direitos previstos no acordo coletivo vigente. A gestão informou que a proposta foi autorizada pela Junta Orçamentária e Financeira (JOF) e chancelada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A negociação se intensificou após uma audiência de mediação no TRT, na quarta-feira (4/11), na qual a ausência do secretário da Fazenda da prefeitura inicialmente impediu a CET de aceitar os termos. Michel Vinícius da Silva Costa, presidente do sindicato, declarou à coluna de Demétrio Vecchioli que a categoria buscava o IPCA, de 4,39%, e mais de 3% de ganho real, mas aceitou o acordo para evitar perdas maiores.

Segundo o sindicato, a prefeitura pretendia reduzir o adicional de férias de 50% para um terço, retirar duas folgas extras anuais e alterar a participação dos trabalhadores no plano de saúde. Essas medidas haviam sido rejeitadas em assembleia no dia 16 de outubro por mais de 500 funcionários, que também aprovaram a paralisação caso não houvesse consenso.

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