Três diretores da cúpula da PF (Polícia Federal) e a chefe de gabinete do diretor-geral devem deixar os cargos rumo a postos no exterior.
O delegado Felipe Seixas, atual diretor de Cooperação Internacional da PF, foi indicado para adidância policial na Áustria. Atualmente, ele é responsável por coordenar relações com a Interpol e outros organismos internacionais, além de cooperação com outros países.
Humberto Freire, diretor da Amazônia e Meio Ambiente, deve ser adido policial na Espanha. Enquanto André Luis Carmo, atual diretor de Administração e Logística da PF, está com o nome aprovado para a adidância da Alemanha.
Bianca Murad, chefe de gabinete do diretor-geral, Andrei Rodrigues, deve ir para a Europol, em Haia, e ser a representante da PF no organismo internacional.
Os nomes passaram por processo seletivo, com análise de histórico, e teve início no começo do ano, até chegarem a indicação. Com os nomes aprovados, falta publicação no Diário Oficial da União, com aval do presidente da República, mas não há prazo.
Com as eleições finalizadas e o atual governo reeleito, ajustes podem ser feitos nessas mudanças da cúpula e as datas de saída serem postergadas por conta da transição.
Fontes da PF dizem que é natural a troca nas chefias, principalmente em cargos que estão ocupados pelos mesmos servidores há anos, e sem relação com as eleições.



