Carregando...
Voltar para a página inicial
Polícia

Mulheres são alvo de golpe falso de cirurgias de mama no Distrito Federal

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 02:45
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
Mulheres são alvo de golpe falso de cirurgias de mama no Distrito Federal
Fatos Rápidos da Notícia
  • Tayná Regina Oliveira Castro é suspeita de aplicar golpe em pelo menos 30 mulheres com falsa promessa de cirurgias de mama gratuitas pelo SUS.
  • As vítimas pagaram valores de até R$ 3 mil por supostos insumos cirúrgicos em contas bancárias da suspeita ou de terceiros.
  • O esquema usava o nome do Hospital Regional da Asa Norte e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal sem autorização ou envolvimento dos órgãos.
Resumo Editorial

Suspeita usou áudios e mensagens de WhatsApp para atrair vítimas com promessa de procedimentos gratuitos pelo SUS no Hospital Regional da Asa Norte, cobrando até R$ 3 mil por insumos que nunca foram entregues.

Investigação da Polícia Civil do Distrito Federal apura um esquema de estelionato envolvendo o falso projeto social “Renova Mama, Um Recomeço”, que prometia cirurgias gratuitas de redução de mama e colocação de próteses no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Tayná Regina Oliveira Castro, identificada como responsável pela iniciativa, utilizou áudios e conversas de WhatsApp para convencer ao menos 30 mulheres a realizarem transferências bancárias de valores que chegavam a R$ 3 mil.

As mensagens apresentavam o programa como uma parceria entre o Hran, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e cirurgiões plásticos, usando a campanha Outubro Rosa como fachada para atrair pacientes. A suspeita orientava as vítimas a comparecer ao ambulatório do hospital e procurar uma pessoa identificada como Nadielle para dar início ao suposto fluxo de atendimento.

Em gravações enviadas ao grupo das pacientes, Tayná garantia que um agente da secretaria colocaria as cirurgias “no mapa cirúrgico” e entregaria um protocolo de agendamento imediatamente após a consulta. Ela também afirmou que justificaria a entrada das mulheres no mutirão alegando que elas eram pacientes de uma ONG ou pessoas fragilizadas por violência psicológica.

As vítimas começaram a desconfiar do esquema ao descobrirem que não havia qualquer registro de atendimento em seus nomes no hospital. Em vários casos, os atendimentos previstos para o Hran ou clínicas particulares foram desmarcados poucas horas antes do horário marcado por pessoas ligadas ao projeto.

Uma das vítimas relatou que precisou parcelar o pagamento no cartão de crédito com ajuda de um conhecido para não perder a vaga, sendo prometida a emissão de nota fiscal, que nunca foi recebida. A mulher participou de um encontro com outras 12 interessadas em um restaurante em Vicente Pires, onde Tayná compartilhou sua história pessoal para transmitir confiança na iniciativa.

Com o passar do tempo, os atrasos na entrega dos pedidos médicos e as mudanças constantes nas datas e locais das cirurgias levaram a paciente a desistir do procedimento e cobrar a devolução dos valores pagos. Ela afirma que Tayná prometeu ressarcir os pagamentos e cobrir prejuízos com a preparação para a cirurgia.

Além das perdas financeiras, a vítima relata que o episódio afetou sua saúde emocional, causando crises de ansiedade e mudanças na alimentação, com necessidade de atendimento especializado. A denúncia foi registrada na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que investiga o caso como suspeita de estelionato.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio