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Polícia

Dupla usa perfil falso em app para assaltar e extorquir mulheres em MG

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 59 min
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Dupla usa perfil falso em app para assaltar e extorquir mulheres em MG
Fatos Rápidos da Notícia
  • Dois homens, sem identificação divulgada, foram presos nesta segunda-feira (19) durante a Operação Rebu Branco, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), sob suspeição de roubos e extorsões a mulheres por meio de aplicativo de transporte
  • Os crimes, ocorridos nos dias 20 e 21 de setembro, envolveram pelo menos três casos em Belo Horizonte (bairros Belvedere e Buritis) e Nova Lima (região da Vila da Serra), com uso de perfil falso no aplicativo e assaltos mediante comparsa saindo do porta-malas
  • Foram apreendidos cinco celulares vinculados ao núcleo financeiro do grupo, que serão analisados para mapear fluxos de Pix, empréstimos e identificar outros envolvidos, enquanto um mandado de prisão foi cumprido contra investigado previamente detido por outro crime
Resumo Editorial

Duas pessoas foram detidas por roubos e extorsões a mulheres via app, com transferências de mais de R$ 200 mil.

Nesta segunda‑feira (19), durante a O peração Rebu Branco, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais, dois indivíduos não identificados foram detidos sob suspeição de haver praticado roubos e extorsões a mulheres por meio de aplicativo de transporte, utilizando perfis falsos e comparsas escondidas no porta‑malas para assaltar as passageiras nos trajetos entre Belvedere, Buritis e Vila da Serra.

Contexto Institucional e Desenvolvimento da Investigação

As investigações, coordenadas pela 4ª Delegacia de Polícia Civil de Barreiro, revelaram que os crimes ocorreram nos dias 20 e 21 de setembro, quando o motorista, ao iniciar a viagem com um perfil cadastrado em nome de outra pessoa, mantinha um comparsa oculto no porta‑malas; ao sinalizar, este saía do compartimento traseiro para assumir o banco posterior e, mediante ameaças, exigia a entrega dos celulares e a digitação de senhas bancárias, além de transferências via Pix e contratação de empréstimos.

O s relatos das vítimas indicam que, em um dos casos, a vítima permaneceu sob domínio dos assaltantes por cerca de uma hora, enquanto as autoridades utilizaram imagens de viagens captadas pela plataforma e dados fornecidos pelo próprio aplicativo para identificar os suspeitos, resultando na apreensão de cinco aparelhos celulares vinculados ao núcleo financeiro do grupo.

Ponto de Destaque

Mais de R$ 200 mil foram subtraídos das vítimas mediante transferências via Pix e empréstimos bancários.

Repercussão Jurídica e Próximos Desdobramentos

A 4ª Delegacia de Polícia Civil de Barreiro informou que os cinco aparelhos serão submetidos à análise forense para mapear fluxos monetários, identificar possíveis intermediários e ampliar o mapa de envolvidos, enquanto o mandado de prisão cumprido atinge um investigado previamente detido por outro roubo, demonstrando a continuidade das diligências policiais.

As autoridades ressaltam que as investigações seguem em andamento para apurar a participação individual de cada suspeito e eventuais conexões com outras redes criminosas, com possibilidade de expansão das medidas cautelares conforme o andamento das perícias técnicas.

Atenção / Ponto Crítico
Prazo legal para a conclusão da perícia forense dos celulares apreendidos é de 30 dias, sob pena de suspensão das ações investigativas.

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