Na noite de estreia do filme 'Muito Prazer', de Jorge Furtado, a atriz Drica Moraes prestigiou o evento e abordou, em conversa com a colunista Fábia O liveira, tanto seu papel como mãe de Luisa Arraes no longa quanto a recente morte da lendária atriz Laura Cardoso, aos 98 anos, destacando sua contribuição para a dramaturgia brasileira e denunciando o uso criminoso de inteligência artificial para clonar sua voz.
Contexto Institucional e Histórico da Denúncia de IA
A atriz Drica Moraes, durante entrevista concedida à coluna de Fábia O liveira, relatou ter sido alvo de tentativa de clonagem de voz por meio de inteligência artificial, técnica empregada por indivíduos mal-intencionados para usurpar sua identidade vocal em situações de fraude.
O episódio se insere no cenário contemporâneo de vulnerabilidades digitais enfrentadas por figuras públicas, onde a tecnologia avançada é utilizada para fins ilícitos, conforme evidenciado por laudos técnicos e investigações em curso sobre o uso abusivo de deepfakes.
Drica Moraes afirmou que a tecnologia permite a criação de clones digitais que imitem sua voz com precisão impressionante, colocando em risco sua integridade pessoal e profissional.
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Repercussão Jurídica e Próximos Desdobramentos.
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A denúncia formal feita por Drica Moraes repercutiu no âmbito jurídico ao envolver questões de direitos da personalidade e proteção de dados pessoais previstos no Marco Civil da Internet e na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)., Especialistas em cibersegurança apontam que o caso pode servir de precedente para ações judiciais que visam coibir a comercialização ilegal de vozes sintéticas, com possibilidade de indenização por danos morais e materiais caso a autoria seja comprovada.
A Justiça deve determinar a remoção imediata dos conteúdos falsificados e apurar responsabilidades civis e penais cabíveis.



