No sábado (5/9), durante transmissão ao vivo na plataforma Twitch, o streamer LODK relatou ter perdido o dedo da mão direita após ficar preso em uma grade metálica enquanto tentava invadir o recinto do Rock in Rio, evento que ocorria no Rio de Janeiro, com o dedo parcialmente amputado, restando apenas o osso, conforme confirmado por testemunhas presentes à transmissão.
Contexto da Incidente e Dinâmica do Fato
A apuração realizada a partir da gravação da transmissão ao vivo revelou que LODK, após adquirir ingresso com amigos, decidiu escalar uma grade perimetral do festival para adentrar ao recinto, motivado pela intenção de demonstrar a suposta vulnerabilidade das barreiras de segurança; testemunhas presenciais ouviram o streamer exclamar que seu anel ficou preso na estrutura metálica, acionando um mecanismo que o conduziu à perda parcial do dedo, com sangramento intenso documentado em imagens transmitidas em tempo real.
Antecedentes indicam que LODK já havia protagonizado outras ações de invasão de eventos em 2023, sendo alvo de advertências por parte da organização do Rock in Rio, que reforçou protocolos de segurança após episódios similares, enquanto a defesa do streamer nega qualquer motivação discriminatória e informa que ele foi atendido no Hospital Municipal da Baixada Fluminense, onde o fragmento ósseo foi encaminhado para análise forense.
O dedo amputado, considerado o primeiro a ser perdido ao vivo durante uma transmissão digital global, será submetido a leilão para arrecadação de fundos.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuros
A plataforma Twitch acionou seus protocolos de moderação e anunciou a suspensão temporária da conta de LODK, enquanto o Ministério da Justiça e Segurança Pública aguarda laudo pericial para definir se há configuração de crime contra a integridade corporal ou infração administrativa ao Regimento Interno do Evento.
A defesa do streamer afirmou que pretende leiloar o fragmento ósseo, com parte da arrecadação destinada a instituições de saúde mental, e reiterou que as acusações de homofobia contra João Victor Guimarães são infundadas, solicitando perícia técnica que comprove a ausência de discurso discriminatório nas mensagens anteriores do perfil.



