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Polícia

Alckmin sanciona lei com reclusão para furto e roubo de combustíveis

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 56 min
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Alckmin sanciona lei com reclusão para furto e roubo de combustíveis
Fatos Rápidos da Notícia
  • Vice-presidente Geraldo Alckmin, no exercício da Presidência da República, sancionou a Lei 15.517, que altera o Código Penal e aumenta as penas para os crimes de roubo e furto de petróleo e combustíveis, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 23/9.
  • A nova legislação prevê pena de quatro anos de reclusão com multa para o furto de petróleo, derivados, gás natural, combustíveis, biocombustíveis e óleos lubrificantes, aplicável à retirada de produtos de locais de produção, armazenamento ou transporte, como dutos e unidades de transporte.
  • A pena pode ser aumentada em até dois terços em casos que causem paralisação das atividades, desabastecimento, incêndio, poluição, lesão corporal grave ou morte, e quem adquirir, transportar ou usar combustíveis de origem criminosa enfrenta pena de três a oito anos de prisão com multa.
Resumo Editorial

Alckmin endurece penas com reclusão de quatro anos e multa para furto de combustíveis, visando coibir prejuízos de centenas de milhões ao Tesouro.

No exercício da Presidência da República, o vice-presidente Geraldo Alckmin sancionou a Lei 15.517, que modifica o Código Penal ao elevar de forma significativa as penas para os crimes de roubo e furto de petróleo, derivados, gás natural, combustíveis, biocombustíveis e óleos lubrificantes, medida publicada no Diário O ficial da União em 23 de setembro.

Contexto Institucional e Legislação Penal

A nova norma legal estabelece reclusão de quatro anos com multa para o furto de produtos petrolíferos em qualquer etapa do ciclo produtivo — produção, armazenamento ou transporte — incluindo dutos e unidades logísticas, configurando um endurecimento rigoroso das sanções penais vigentes.

A iniciativa legislativa segue solicitação do Ministério da Economia e respostas à crescente atuação de grupos criminosos especializados no desvio de cargas e na adulteração de combustíveis, que têm causado prejuízos estimados em centenas de milhões de reais ao Tesouro Nacional.

Ponto de Destaque

A pena prevista é de quatro anos de reclusão com multa para o furto de petróleo e derivados, com possibilidade de aumento em até dois terços em casos que gerem paralisação, desabastecimento, incêndio ou risco à vida

Repercussão Jurídica e O peracional

O Ministério Público Federal e a Senacon coordenam investigações em 55 postos suspeitos de praticar cobranças abusivas, enquanto o Ministério da Justiça acompanha apurações sobre 12 empresas investigadas por manipulação de preços no varejo.

Especialistas apontam que o texto ampla a tipificação do crime organizado no setor energético e reforça a necessidade de integração entre fiscalização tributária, concorrencial e policial para combater redes criminosas que atuam com impunidade.

Atenção / Ponto Crítico
A legislação prevê multa e aumento de pena em até dois terços quando houver paralisação de atividades ou risco à integridade física das pessoas

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