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Eleitor usa celular para filmar voto e tem aparelho apreendido no Pará

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 19:38
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Eleitor usa celular para filmar voto e tem aparelho apreendido no Pará
Fatos Rápidos da Notícia
  • Homem foi flagrado em Itaituba durante o segundo turno das eleições; Polícia Federal registrou ocorrência por possível violação do sigilo do voto
  • A Polícia Federal (PF) apreendeu o celular de um eleitor suspeito de filmar a própria votação durante o segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25), no município de Itaituba, no sudoeste do Pará. O homem teria usado um segundo aparelho para registrar imagens dentro da cabine, incluindo sua opção de voto.
Resumo Editorial

Homem foi flagrado em Itaituba durante o segundo turno das eleições; Polícia Federal registrou ocorrência por possível violação do sigilo do voto

Homem foi flagrado em Itaituba durante o segundo turno das eleições; Polícia Federal registrou ocorrência por possível violação do sigilo do voto

Reprodução / Paulo Pinto- Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) apreendeu o celular de um eleitor suspeito de filmar a própria votação durante o segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25), no município de Itaituba, no sudoeste do Pará. O homem teria usado um segundo aparelho para registrar imagens dentro da cabine, incluindo sua opção de voto.

Segundo a PF, o eleitor foi orientado pelos mesários a deixar o telefone celular antes de se dirigir à urna eletrônica. Mesmo assim, teria entrado com um segundo dispositivo e realizado as gravações.

Após a votação, a Polícia Militar e a Justiça Eleitoral foram acionadas. O aparelho utilizado para filmar foi apresentado às autoridades, que encontraram imagens feitas no interior da cabine.

Diante dos fatos, a Polícia Federal lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pela suspeita de violação do sigilo do voto, possível infração eleitoral. O procedimento será encaminhado à Justiça Eleitoral, responsável por avaliar as medidas cabíveis.

Após assinar um Termo de Compromisso de Comparecimento à Justiça Eleitoral, o eleitor foi liberado. A investigação deverá apurar as circunstâncias do ocorrido e a possível responsabilidade do homem.

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