A crise iniciada com o colapso do Ueno Bank já causou a destituição do presidente do Banco Central e do presidente da República, ameaçando agora a estabilidade institucional do país. Enquanto parte dos correntistas começa a receber os valores de volta, estrangeiros, entre eles muitos brasileiros, seguem sem previsão para o resgate dos depósitos.
Santiago Peña, que não ocupa mais a presidência, ainda deve prestar contas à população sobre os recursos públicos aplicados na instituição da qual era sócio. Nas ruas, os paraguaios realizam mobilizações para rejeitar o bloqueio do dinheiro e alertar que não aceitarão que o caso seja encerrado sem responsabilizações.
