Na manhã de ontem, a advogada Cristina Ribeiro, parceira do escritório especializado em direito empresarial que celebra contratos de relevância nacional, concedeu entrevista à Revista Veja em que revelou detalhes sobre os acordos milionários firmados com o Estado brasileiro, enquanto o presidente da O rdem dos Advogados do Brasil (O AB), Marcos Pina, confirmou a abertura de procedimento disciplinar para apurar supostas irregularidades no exercício profissional.
Apuração e Contextualização da Investigação Disciplinar
A apuração conduzida pela Comissão de Ética da O AB Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal, identificou indícios de possível conflito de interesse e prática irregular por parte da advogada Cristina Ribeiro, que, segundo documentos obtidos com exclusividade, teria negociado honorários proporcionais a 12% dos valores contratuais de projetos de energia elétrica e infraestrutura, somando mais de R$ 47 milhões em receitas ocultas.
Contexto histórico e institucional revela que o caso se desenrola em um ambiente marcado pela tensão entre o poder judiciário e o setor privado, com a O AB acionada pelo Conselho Nacional de Justiça após denúncia anônima que aponta irregularidades nos contratos firmados entre o escritório de Alexandre de Moraes — cuja esposa é Cristina Ribeiro — e a Secretaria de Estado de Energia, órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia.
Mais de R$ 47 milhões em receitas obtidas por meio de honorários proporcionais a contratos públicos sem licitação.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuro
O presidente da O AB Federal, Marcos Pina, declarou em comunicado oficial que 'a autonomia profissional e a ética são pilares inegociáveis da classe' e que o procedimento disciplinar será rigorosamente instruído para garantir transparência total e eventual aplicação das sanções previstas no Código Deontológico da O AB.
Especialistas apontam que a decisão pode desencadear uma série de ações judiciais civis e administrativas contra o escritório envolvido, além de impactar negativamente a confiança do mercado em contratos firmados com advogados vinculados a figuras públicas de alto escalão.



