A nova rodada da pesquisa Datafolha, divulgada em 1º de outubro, consolida Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro e candidato pelo PSD, na liderança das intenções de voto para o primeiro turno da eleição municipal com 42%, enquanto o deputado federal Douglas Ruas (PL) registra 31%, evidenciando uma vantagem de 11 pontos percentuais em relação ao adversário, após recuo de 2 pontos na diferença apontada no levantamento anterior de 24 de setembro.
Contexto Institucional e Metodológico da Apuração Eleitoral
A pesquisa Datafolha, contratada pela e pelo jornal, entrevistou 1.204 eleitores do Rio de Janeiro entre 28 de setembro e 1º de outubro, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme registrado no TSE sob o número RJ-02070/2026; os dados revelam que a vantagem de Paes sobre Ruas reduziu ligeiramente de 13 para 11 pontos percentuais, passando de 43% a 42% nas intenções de voto, enquanto Ruas manteve-se estável em 31%, indicando volatilidade mínima na preferência popular nos últimos dias.
O cenário eleitoral permanece marcado pela concentração de votos em três principais candidatos à prefeitura — Eduardo Paes (PSD), Douglas Ruas (PL) e Benedita Souza (MDB) — com os demais pontuando abaixo de 5%, enquanto a situação do segundo turno ainda depende da confirmação das candidaturas após eventual recurso do TRE-RJ ao TSE no caso do candidato Anthony Garotinho, cuja candidatura foi indeferida em 11 de setembro.
A vantagem de Eduardo Paes sobre Douglas Ruas caiu para 11 pontos percentuais, segundo o levantamento Datafolha registrado sob o número RJ-02070/2026.
Repercussão Política e Desdobramentos Imediatos
As variações constatadas na intenção de voto refletem ajustes táticos dos partidos no pleito municipal, com o PSD reforçando sua base tradicional no centro e zonas sul do Rio, enquanto o PL busca ampliar sua presença no eleitorado periférico e em áreas nobres da capital, conforme análises de cientistas políticos vinculados a instituições acadêmicas do estado.
Especialistas apontam que a estabilidade relativa nas intenções de voto favorece a previsibilidade para os colégios eleitorais e para os órgãos de segurança pública, que já iniciaram o planejamento operacional para o dia da votação, com reforço na logística de urnas eletrônicas e policiamento em regiões críticas.


