Em pleno Recanto das Emas, no Distrito Federal, uma mãe de 35 anos descartou o recém-nascido em um amontoado de lixo na manhã de 25 de abril, após manter o estado de gravidez em completo sigilo perante o parceiro e a família, conforme apurado pela Polícia Civil do Distrito Federal, que prendeu o casal em flagrante no dia subsequente à descoberta do corpo pelo catador de materiais recicláveis.
Contexto Institucional e Apuração Criminal
A investigação revela que a gestante escondeu a gravidez durante meses, mesmo após o retorno do marido, preso anteriormente, configurando conduta deliberada e premeditada, com laudo pericial do Instituto de Medicina Legal (IML) definindo em até 30 dias os termos da análise sobre vitalidade da criança no momento do descarte.
As evidências colhidas pelas câmeras de segurança e pela perícia criminal corroboram a versão contrária à alegada por parte da acusada, que alegou aborto espontâneo ao descartar o feto em vaso sanitário, mas não resistem ao cruzamento com os registros visuais que mostram a caminhada com o bebê em saco plástico até o local do descarte no lixo público.
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