Candidato Ricardo Cappelli (PSB) comprometeu-se a reforçar o policiamento nas áreas comerciais de Samambaia (DF), propondo a recomposição do efetivo da Polícia Militar (PMDF) por meio da retomada do programa Rondas O stensivas Candangas (Rocam) e da iniciativa Cosme e Damião, visando criar um modelo de 'Tolerância Zero' com foco em inteligência e tecnologia, em visita à feira das quadras 202/204 de Samambaia Norte, realizada na manhã de 25 de agosto, com agenda que inclui gravação de conteúdo audiovisual para redes sociais e TV antes da sabatina eleitoral da Assespro às 18h.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
Na quadra 414 de Samambaia Norte, durante panfletagem dirigida a lojistas, o candidato ouviu reclamações sobre arrombamentos noturnos em estabelecimentos comerciais, destacando que 'várias lojas foram arrombadas', conforme relato coletado em campo, enquanto a PMDF mantém histórico de policiamento ostensivo nas áreas residenciais desde antes dos anos 2000, com a iniciativa Cosme e Damião — baseada no patrulhamento a pé por dois agentes por quadra — sendo relançada em pelo menos duas ocasiões anteriores sem desdobramento estrutural efetivo nas áreas comerciais.
A ausência de policiamento direcionado ao comércio noturno se configura como lacuna operacional relevante, já que o programa original da Rocam, criado para garantir segurança em regiões residenciais, não foi efetivamente ampliado para cobrir pontos estratégicos de fluxo comercial, como Samambaia, onde a concentração de estabelecimentos aumenta a vulnerabilidade a crimes property, conforme indicado em relatórios técnicos da Secretaria de Segurança Pública do DF.
Cappelli afirmou que 'várias lojas foram arrombadas' e se comprometeu a 'contratar mais policiais' para combater insegurança nos comércios de Samambaia.
Repercussão Jurídica e Estratégias O peracionais
A proposta de reintroduzir o Cosme e Damião com o arcabouço da 'Tolerância Zero' demanda alinhamento entre investimentos em tecnologia — como câmeras inteligentes e monitoramento remoto — e ajustes nos protocolos operacionais da PMDF, conforme diretrizes do Ministério da Justiça para políticas de segurança pública integradas.
As manifestações favoráveis ao plano vêm da Associação Comercial de Samambaia (ACS), que demandou maior presença policial após série de furtos qualificados, enquanto o Conselho Tutelar local alerta para risco de aumento de conflitos em regiões comerciais com fluxo elevado de menores após o fechamento dos estabelecimentos.



