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Política

Senado pode votar redução da maioridade penal ainda nesta semana

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 21:12
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Senado pode votar redução da maioridade penal ainda nesta semana
Fatos Rápidos da Notícia
  • Senado pode votar redução da maioridade penal nesta quarta-feira (4/11) via calendário especial.
  • Eduardo Braga (MDB-AM) propôs que as propostas do governo e oposição sigam diretamente ao plenário.
  • Teresa Leitão (PT-PE) diz que não há acordo fechado, mas não impedirá a negociação.
Resumo Editorial

Líderes do governo e da oposição no Senado discutem um acordo para incluir a redução da maioridade penal na pauta de votações desta quarta-feira, apesar de o tema não ter sido contemplado na PEC da Segurança Pública.

O Senado Federal pode votar ainda nesta semana a redução da maioridade penal, tema que ficou de fora do texto final da PEC da Segurança Pública. O líder do MDB, Eduardo Braga (AM), sugeriu um calendário especial para que as propostas do governo e da oposição, encaminhadas à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sigam diretamente ao plenário nesta quarta-feira (4/11).

A sugestão conta com apoio de integrantes da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da oposição, liderada por Rogério Marinho (PL-RN). O líder do PL, Carlos Portinho (RJ), chamou a possibilidade de acordo de “grande avanço”, destacando que ambas as propostas convergem na redução da maioridade penal.

Por outro lado, a líder do governo, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que ainda não há acordo fechado para a votação nesta quarta-feira, mas sinalizou que não pretende impedir a negociação. Ela declarou que o Senado precisa analisar como será a proposta antes de definir o calendário.

Para acelerar a votação, os senadores precisam apresentar as propostas, construir um acordo e aprovar um requerimento de calendário especial, que exige o apoio de pelo menos 54 parlamentares. A decisão final de pautar a matéria cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Durante a tramitação da PEC da Segurança, houve divergência sobre a idade: a oposição propôs reduzir para 14 anos em crimes hediondos, enquanto o líder do PT, Camilo Santana (CE), sugeriu 16 anos. As emendas ficaram de fora do texto principal e foram transformadas em matérias autônomas.

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