A Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), vinculada à Secretaria Municipal de Saúde de Belém, intensificou suas ações preventivas entre janeiro e agosto de 2026 com a aplicação de 12.684 doses da vacina antirrábica, cobertura de 12.684 animais (6.315 cães e 6.369 gatos), além de 14 operações de campo e encaminhamento de 53 amostras para análise do vírus em morcegos, reforçando o combate à transmissão zoonótica na capital paraense.
Contexto Institucional e O peracional da Vigilância Zoonótica
A Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), vinculada à Secretaria Municipal de Saúde de Belém, mantém um papel estratégico na prevenção e controle de doenças transmissíveis entre animais e humanos, coordenando desde 2025 um programa sistemático de vacinação, monitoramento e intervenções sanitárias em áreas metropolitanas e comunidades de risco.
Nos primeiros oito meses de 2026, a UVZ aplicou 12.684 doses da vacina contra a raiva, totalizando 57.954 animais imunizados desde 2025, com reforço na vigilância epidemiológica por meio de 14 ações de campo e 53 amostras encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas para análise do vírus em morcegos, enquanto 365 intervenções no controle de roedores foram realizadas em 2025 e 195 até agosto de 2026, focando na prevenção da leptospirose em feiras, mercados e vias públicas.
Mais de 57 mil animais foram vacinados contra a raiva em Belém em 2025, sendo mais da metade entre cães e gatos, reforçando a estratégia eficaz de imunização populacional.
Repercussão Técnica e Desafios Futuro
As autoridades sanitárias destacam que a cobertura vacinal acima de 90% entre cães e gatos representa um marco na controle da raiva na região norte, conforme indicam os dados acumulados pela UVZ, embora o monitoramento do vírus em morcegos continue exigindo recursos técnicos e logísticos para ampliar a capacidade analítica.
Diante do aumento das atividades ao ar livre durante o Círio 2026, previsto para reunir mais de mil trabalhadores nas ruas, a UVZ reforça a necessidade de manutenção contínua das intervenções em áreas vulneráveis, com ênfase na desratização preventiva e na educação popular para evitar novos casos de zoonoses.



