Na manhã de 17 de abril de 2024, a Polícia Federal realizou o prende de Diomar Tadeu Dantas de Farias, sócio da empresa de apostas esportivas PixBet, em operação coordenada que cumpre mandados judiciais nas cidades de Campina Grande e João Pessoa, na Paraíba, como parte de investigação que apura suspeitas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem tributária e financeira.
Investigação Preliminar e Desdobramentos Judiciais
A ação faz parte da O peração Arena, desenvolvida com base em cinco mandados de busca e apreensão e medidas de sequestro de bens, que visam desmantelar uma estrutura suspeita de movimentar recursos ilícitos por meio da PixBet, empresa sob investigação desde 2023 por práticas que poderiam violar normas cambiais e fiscais.
As apurações, coordenadas pela Superintendência da PF na Paraíba em conjunto com o Ministério Público Federal, revelam que os suspeitos teriam utilizado contas no exterior para ocultar parte dos fluxos financeiros da plataforma, configurando possível esquema de lavagem de dinheiro e sonegação cambial.
A prisão preventiva foi decretada com base em indícios robustos de participação direta nos crimes financeiros investigados.
Repercussão Institucional e Próximas Fases da Apuração
A Defesa de Diomar Tadeu Dantas de Farias, por meio de seu advogado constituído nos autos, nega categoricamente as acusações, alegando inexistência de provas concretas e defendendo a legalidade das operações realizadas pela PixBet junto à Receita Federal e ao Banco Central.
As próximas diligências incluem a apreensão definitiva dos bens sequestrados, o envio do relatório final ao Ministério Público para eventual denúncia criminal e a designação de nova audiência para apreciação de medidas cautelares no âmbito da Justiça Federal.



