Nos arredores da zona norte de São Paulo, a 15 de maio, a Justiça Federal decretou a prisão preventiva da juíza Mônica Maciel Fonseca, acusada de abuso sexual contra menores sob sua tutela, em decisão que consolidou investigações iniciadas há quase dois anos pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Civil, com o envolvimento direto do Conselho Nacional de Justiça.
Contexto Institucional e Procedimentos de Investigação
A apuração conduzida pelo Ministério Público Federal, sob coordenação do promotor federal Lucas Ribeiro, revelou que a juíza, durante atuação em varas especializadas em infância e adolescência da Capital, teria mantido contato prolongado com três vítimas menores de 12 anos, mediante abordagens emocionais e promessas de proteção, culminando em atos abusivos documentados em laudo pericial psicossocial.
Antecedentes indicam que a conduta foi descoberta após denúncia anônima encaminhada ao Disque 100, gerando acompanhamento rigoroso do Conselho Nacional de Justiça, que já havia suspendido a magistrada de suas funções judiciais em fevereiro deste ano, antes da formalização da prisão preventiva.
A juíza Mônica Maciel Fonseca responde por três casos de abuso sexual contra menores de 12 anos, com indícios de manipulação psicológica documentados em laudos periciais.



