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Política

Trump diz que monitora eleição no Brasil, mas evita apoiar Lula ou Flávio

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 53 min
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Trump diz que monitora eleição no Brasil, mas evita apoiar Lula ou Flávio
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste domingo (25/10), que está monitorando as eleições presidenciais no Brasil, mas evitou declarar apoio a qualquer um dos candidatos que disputam o segundo turno: o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).“Não quero entrar nesse assunto, mas estamos monitorando”, declarou a jornalistas.A declaração ocorre em meio a questionamentos de parlamentares democratas sobre a atuação do governo norte-americano no processo eleitoral brasileiro. Integrantes do Partido Democrata acusaram a administração Trump de exercer pressão sobre instituições do Brasil por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas e cobraram garantias de que Washington respeitará o resultado das urnas.Antes do primeiro turno, Trump já havia classificado a eleição brasileira como importante. “O Brasil é um país muito importante, um grande país, as pessoas no Brasil são fantásticas, é uma eleição muito importante”, afirmou na ocasião.O presidente norte-americano também elogiou a rapidez da apuração dos votos e aproveitou o resultado para criticar o sistema eleitoral dos Estados Unidos. Em outra manifestação, classificou o desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno como uma “grande vitória”, mas previu uma disputa acirrada na etapa final.“Acho que vai ser uma eleição muito apertada. Acho que o Brasil será muito apertado. Bem, é uma grande vitória — apertada, mas uma vitória muito, muito grande. Impressionante, na verdade”, declarou.3 imagensFechar modal.1 de 3Lula e Trump em foto oficial na Casa BrancaRicardo Stuckert/PR2 de 3Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maioDivulgação/Flávio Bolsonaro3 de 3Lula e Trump em encontro na Casa BrancaRicardo Stuckert/Presidência da RepúblicaAtuação questionada por DemocratasEm setembro, 31 deputados democratas acusaram o governo norte-americano de pressionar instituições brasileiras por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas.Os parlamentares também cobraram um compromisso de Washington com o respeito ao resultado eleitoral.Senadores democratas pediram garantias de que os Estados Unidos aceitariam a decisão das urnas.Na resposta recente, o Departamento de Estado norte-americano afirmou que pretende manter o diálogo com o governo eleito, mas não detalhou quais medidas adotará para assegurar o respeito ao resultado das eleições.A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também classificou como crítico o cenário de possível interferência dos EUA nas eleições.Lula também questionou a atuação de Washington no pleito e afirmou ter pedido a Trump que não se envolvesse na disputa. Leia também São PauloAto pró-Flávio tem pedido para que Trump jogue bomba nuclear no Brasil MundoTrump diz que Flávio Bolsonaro teve “grande vitória” na eleição MundoEUA diz que respeitará escolha do Brasil em “eleições livres e justas” MundoDonald Trump vê guinada à direita na América do Sul e exalta aliados “Eleições livres e justas”No início de agosto, um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou ao Metrópoles que o governo dos Estados Unidos respeitaria a escolha da população brasileira em “eleições livres e justas”.“Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que ele escolha livremente por meio de eleições livres e justas no Brasil”, declarou o funcionário, ao assegurar que Washington não pretendia romper as relações com Brasília.
Resumo Editorial

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste domingo (25/10), que está monitorando as eleições presidenciais no Brasil, mas evitou declarar apoio a qualquer um dos candidatos que disputam o segundo turno: o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).“Não quero entrar nesse assunto, mas estamos monitorando”, declarou a jornalistas.A declaração ocorre em meio a questionamentos de parlamentares democratas sobre a atuação do governo norte-americano no processo eleitoral brasileiro. Integrantes do Partido Democrata acusaram a administração Trump de exercer pressão sobre instituições do Brasil por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas e cobraram garantias de que Washington respeitará o resultado das urnas.Antes do primeiro turno, Trump já havia classificado a eleição brasileira como importante. “O Brasil é um país muito importante, um grande país, as pessoas no Brasil são fantásticas, é uma eleição muito importante”, afirmou na ocasião.O presidente norte-americano também elogiou a rapidez da apuração dos votos e aproveitou o resultado para criticar o sistema eleitoral dos Estados Unidos. Em outra manifestação, classificou o desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno como uma “grande vitória”, mas previu uma disputa acirrada na etapa final.“Acho que vai ser uma eleição muito apertada. Acho que o Brasil será muito apertado. Bem, é uma grande vitória — apertada, mas uma vitória muito, muito grande. Impressionante, na verdade”, declarou.3 imagensFechar modal.1 de 3Lula e Trump em foto oficial na Casa BrancaRicardo Stuckert/PR2 de 3Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maioDivulgação/Flávio Bolsonaro3 de 3Lula e Trump em encontro na Casa BrancaRicardo Stuckert/Presidência da RepúblicaAtuação questionada por DemocratasEm setembro, 31 deputados democratas acusaram o governo norte-americano de pressionar instituições brasileiras por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas.Os parlamentares também cobraram um compromisso de Washington com o respeito ao resultado eleitoral.Senadores democratas pediram garantias de que os Estados Unidos aceitariam a decisão das urnas.Na resposta recente, o Departamento de Estado norte-americano afirmou que pretende manter o diálogo com o governo eleito, mas não detalhou quais medidas adotará para assegurar o respeito ao resultado das eleições.A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também classificou como crítico o cenário de possível interferência dos EUA nas eleições.Lula também questionou a atuação de Washington no pleito e afirmou ter pedido a Trump que não se envolvesse na disputa. Leia também São PauloAto pró-Flávio tem pedido para que Trump jogue bomba nuclear no Brasil MundoTrump diz que Flávio Bolsonaro teve “grande vitória” na eleição MundoEUA diz que respeitará escolha do Brasil em “eleições livres e justas” MundoDonald Trump vê guinada à direita na América do Sul e exalta aliados “Eleições livres e justas”No início de agosto, um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou ao Metrópoles que o governo dos Estados Unidos respeitaria a escolha da população brasileira em “eleições livres e justas”.“Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que ele escolha livremente por meio de eleições livres e justas no Brasil”, declarou o funcionário, ao assegurar que Washington não pretendia romper as relações com Brasília.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste domingo (25/10), que está monitorando as eleições presidenciais no Brasil, mas evitou declarar apoio a qualquer um dos candidatos que disputam o segundo turno: o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).“Não quero entrar nesse assunto, mas estamos monitorando”, declarou a jornalistas.A declaração ocorre em meio a questionamentos de parlamentares democratas sobre a atuação do governo norte-americano no processo eleitoral brasileiro. Integrantes do Partido Democrata acusaram a administração Trump de exercer pressão sobre instituições do Brasil por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas e cobraram garantias de que Washington respeitará o resultado das urnas.Antes do primeiro turno, Trump já havia classificado a eleição brasileira como importante. “O Brasil é um país muito importante, um grande país, as pessoas no Brasil são fantásticas, é uma eleição muito importante”, afirmou na ocasião.O presidente norte-americano também elogiou a rapidez da apuração dos votos e aproveitou o resultado para criticar o sistema eleitoral dos Estados Unidos. Em outra manifestação, classificou o desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno como uma “grande vitória”, mas previu uma disputa acirrada na etapa final.“Acho que vai ser uma eleição muito apertada. Acho que o Brasil será muito apertado. Bem, é uma grande vitória — apertada, mas uma vitória muito, muito grande. Impressionante, na verdade”, declarou.3 imagensFechar modal.1 de 3Lula e Trump em foto oficial na Casa BrancaRicardo Stuckert/PR2 de 3Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maioDivulgação/Flávio Bolsonaro3 de 3Lula e Trump em encontro na Casa BrancaRicardo Stuckert/Presidência da RepúblicaAtuação questionada por DemocratasEm setembro, 31 deputados democratas acusaram o governo norte-americano de pressionar instituições brasileiras por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas.Os parlamentares também cobraram um compromisso de Washington com o respeito ao resultado eleitoral.Senadores democratas pediram garantias de que os Estados Unidos aceitariam a decisão das urnas.Na resposta recente, o Departamento de Estado norte-americano afirmou que pretende manter o diálogo com o governo eleito, mas não detalhou quais medidas adotará para assegurar o respeito ao resultado das eleições.A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também classificou como crítico o cenário de possível interferência dos EUA nas eleições.Lula também questionou a atuação de Washington no pleito e afirmou ter pedido a Trump que não se envolvesse na disputa. Leia também São PauloAto pró-Flávio tem pedido para que Trump jogue bomba nuclear no Brasil MundoTrump diz que Flávio Bolsonaro teve “grande vitória” na eleição MundoEUA diz que respeitará escolha do Brasil em “eleições livres e justas” MundoDonald Trump vê guinada à direita na América do Sul e exalta aliados “Eleições livres e justas”No início de agosto, um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou ao Metrópoles que o governo dos Estados Unidos respeitaria a escolha da população brasileira em “eleições livres e justas”.“Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que ele escolha livremente por meio de eleições livres e justas no Brasil”, declarou o funcionário, ao assegurar que Washington não pretendia romper as relações com Brasília.

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