Na manhã de segunda-feira, 28 de setembro, a Polícia Civil do Estado da Bahia deflagrou a O peração Mercador, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa que adquiria e comercializava armas de fogo por meio de documentos fraudulentos para registro como Colecionador, Atirador e Caçador (CAC), utilizando-se de uma estrutura divisional para aquisição, circulação e distribuição clandestina dos armamentos.
Contexto Institucional e O peracional da Ação Policial
A ação coordenada pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), vinculada ao Draco, resultou na execução de 25 mandados de busca e apreensão e dois de prisão, cumpridos simultaneamente nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Sul, com diligências realizadas em Salvador, Lauro de Freitas, Rio de Janeiro, Niterói, Fortaleza, Icapuí e Santa Maria.
As investigações revelaram que o grupo criminoso utilizava documentação falsificada para registrar como CAC indivíduos que não preenchiam os requisitos legais, facilitando a aquisição legal de armas que eram posteriormente desviadas para organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e outros delitos violentos.
Foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e dois de prisão em quatro estados durante a O peração Mercador deflagrada pela Polícia Civil da Bahia.
Repercussão Jurídica e Estratégias Futuras
A operação contou com apoio técnico e operacional das unidades Denarc, Deic, Dip e Depom, reforçando o caráter integrado das investigações contra o crime organizado armado.
As autoridades ressaltam que as armas apreendidas estavam em poder de integrantes de redes criminosas que atuavam em conjunto com o tráfico de drogas, configurando ameaça à segurança pública em múltiplos polos regionais.



