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Polícia

Militar da Marinha é preso pela PF em operação contra fraude na compra de armas

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 17:46
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Militar da Marinha é preso pela PF em operação contra fraude na compra de armas
Fatos Rápidos da Notícia
  • Militar da Marinha preso em flagrante por posse irregular de arma
  • Operação Polaridade investiga esquema de corrupção para liberar compras de armas para CACs
  • Dez mandados de busca e apreensão cumpridos em cinco cidades do Rio
Resumo Editorial

A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Polaridade para investigar um esquema de corrupção na liberação de processos de aquisição de armas e munições para CACs, resultando na prisão de um militar da Marinha e apreensão de diversos armamentos no Rio de Janeiro.

Um militar da Marinha do Brasil foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo nesta quarta-feira, 4 de novembro, durante a segunda fase da Operação Polaridade, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura um esquema de corrupção para liberar irregularmente processos de aquisição de armas e munições destinados a Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs).

Além do militar da Marinha, outros dois policiais militares da ativa foram alvos da operação por suspeita de participação no esquema criminoso. Ao todo, a PF cumpriu dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária nas cidades fluminenses de Rio das Ostras, Macaé, São Pedro da Aldeia, Araruama e Volta Redonda, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Durante as buscas, foram apreendidos sete fuzis, uma pistola, um revólver e uma espingarda, além de aparelhos eletrônicos, documentos e outros materiais que serão submetidos à perícia. Segundo a PF, pessoas interessadas em autorizações para comprar armas e munições realizavam pagamentos indevidos diretamente a um funcionário terceirizado para conseguir a liberação irregular dos processos administrativos pelo sistema Sinarm-CAC.

Os investigados poderão responder por crimes como corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistema de informações, associação criminosa, falsidade ideológica e comércio ilegal de arma de fogo.

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