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Polícia

PCDF prende esquema de apostas ilegais que pagava R$ 200 a pessoas vulneráveis para serem laranjas

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 10:59
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PCDF prende esquema de apostas ilegais que pagava R$ 200 a pessoas vulneráveis para serem laranjas
Fatos Rápidos da Notícia
  • Pessoas vulneráveis eram pagas com R$ 200 para serem laranjas em empresas fantasmas
  • Uma empresa fantasma movimentou mais de R$ 30 milhões em uma semana
  • Operação Azzardo identificou cerca de R$ 1 bilhão em movimentações financeiras
Resumo Editorial

A Operação Azzardo, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal, desarticulou uma rede de apostas ilegais e lavagem de dinheiro que recrutava pessoas de baixa renda para atuarem como laranjas em empresas de fachada.

A investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Ordem Tributária, a Economia e as Relações de Consumo (Draco) revelou que pessoas em situação de vulnerabilidade social eram aliciadas por R$ 200 para emprestar nomes e documentos à abertura de contas bancárias e CNPJs utilizados por empresas fantasmas. A delegada Ágata Natasha Santos relatou o caso de uma pessoa humilde que foi recrutada por um indivíduo para fornecer dados pessoais em troca desse valor, principalmente na região de Sobradinho.

Segundo a polícia, essas empresas de fachada movimentavam volumes avassaladores de recursos, com um único CNPJ operando mais de R$ 30 milhões em apenas uma semana. A análise financeira identificou aproximadamente R$ 1 bilhão em transações envolvendo uma fintech e empresas do mesmo grupo, com pagamentos via Pix direcionados a plataformas de apostas que operavam sem autorização federal.

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