Na terça‑feira (13), o ícone do axé Netinho, de 60 anos, faleceu em Salvador, vítima de linfoma não Hodgkin do tipo B que evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos, gerando pesar institucional e homenagens de colegas e órgãos públicos da Bahia.
Contexto Institucional e Histórico da Trajetória Artística
A apuração jornalística confirmou que o cantor, internado em hospital da capital baiana, enfrentava diagnóstico oncológico há algum tempo; o quadro clínico avançou para insuficiência renal e comprometimento de múltiplos órgãos, culminando na morte anunciada por sua assessoria. O velório e a cremação serão realizados de forma reservada, com presença restrita a familiares e amigos próximos, conforme comunicado oficial.
Nos últimos anos, Netinho consolidou-se como referência na expansão da música baiana para os circuitos nacionais e internacionais, influenciando gerações de artistas e marcando a história do Carnaval de Salvador com seus temas de axé que embalaram desfiles e festas populares.
O cantor faleceu aos 60 anos, depois de uma luta contra linfoma não Hodgkin do tipo B que progressou para falência renal.
Repercussão O ficial e Perspectivas Futuras
A Secretaria de Cultura da Bahia e a Prefeitura de Salvador emitiram notas oficiais reconhecendo a contribuição de Netinho para a difusão do axé e sua relevância no Carnaval de Salvador, destacando sua presença nos trios elétricos e o impacto cultural que atravessou décadas.
Familiares, amigos e colegas artistas manifestam solidariedade; Cláudia Leitte recordou a parceria na música "Aliança" (2014), Sarajane exaltou a força do cantor, Buja revelou o uso de um apito nas apresentações como tributo e Bell Marques enfatizou a coragem e o talento do artista, enquanto o Carnaval da cidade promete homenageá‑lo em celebrações futuras.



