A capital do Amazonas registra, há dias, índices críticos de poluição atmosférica, com a fumaça espalhada no céu e o aumento de 16% nos atendimentos respiratórios no período recente, enquanto o prefeito Renato Junior e o Centro de Monitoramento e Alertas da Defesa Civil (CEMOA) monitoram a evolução do quadro com base em dados oficiais.
Quadro de Poluição e Medidas de Emergência em Manaus
O s indicadores de qualidade do ar em Manaus permanecem na faixa de risco elevado devido à concentração de material particulado fino (PM2,5) registrada pelo CEMOA, que aponta níveis acima de 50 microgramas por metro cúbico, colocando a população em situação de vulnerabilidade imediata para problemas respiratórios e irritações oculares.
O aumento de 16% nos casos de doenças do trato respiratório nas unidades de saúde municipais, conforme relatado pela administração de Renato Junior, reflete diretamente o impacto da exposição prolongada à fumaça, que também provocou irritabilidade, desconforto na garganta e febre em pacientes atendidos nas últimas semanas.
O número de atendimentos respiratórios na capital subiu 16% devido à qualidade do ar em estado crítico.
Repercussão Institucional e Próximos Desdobramentos
O governo municipal manteve as medidas preventivas, como a suspensão das atividades físicas nas escolas e a distribuição de máscaras nas unidades básicas de saúde, além da criação do gabinete de crise para coordenar as ações emergenciais diante da crise ambiental.
As autoridades recomendam que a população evite exposição prolongada à fumaça, use máscaras N95 e siga os planos de contingência municipal, com orientação de buscar atendimento médico imediato em caso de sintomas graves.



