Carol Lekker, ex-fazendeira e influenciadora digital que integrou o elenco do SBT, encerrou sua parceria com a assessoria de imprensa que a representava após revelar publicamente que não dispunha de recursos financeiros para custear despesas básicas, como a compra de um sofá, em razão da insatisfação com o salário percebido na emissora e do diagnóstico de transtornos depressivos e ansiosos que tem afetado sua saúde.
Contexto Institucional e Desdobramentos da Parceria
A apuração realizada pela coluna Fábia O liveira, com base em documentos internos e depoimentos oficiais, confirmou que a assessoria de imprensa responsável pela gestão da imagem de Carol Lekker encerrou o contrato com a profissional após a divulgação da insatisfação expressa sobre o valor do salário, que oscilava entre R$ 8 mil e R$ 10 mil mensais, insuficientes para cobrir custos fixos na capital paulista, incluindo aluguel de R$ 3.200, transporte via aplicativo no valor diário de R$ 300 e alimentação.
Antecedentes indicam que Carol Lekker havia pleiteado aumento salarial junto à direção do SBT, sem sucesso, e declarou em entrevista ao Instagram que, há uma década residente em São Paulo sem carteira de motorista, depende integralmente de serviços de transporte compartilhado, o que amplificou a pressão financeira após a saída do programa 'Fofocalizando', agravada pelo quadro de saúde mental fragilizada por depressão e ansiedade.
Carol Lekker afirmou estar adoecendo por depressão e ansiedade devido à pressão financeira e à saída do SBT.
Repercussão Jurídica e Perspectivas Futuras
Em pronunciamento ao portal de imprensa, o assessor Irindo O liver, responsável pela parceria encerrada, declarou: "Desejo toda felicidade do mundo para ela", mantendo postura institucional ao evitar comentários sobre as causas específicas do término contratual ou as alegações de Carol acerca da insuficiência salarial.
Especialistas em direito trabalhista apontam que a ausência de negociação formal sobre reajuste e a interrupção abrupta da relação contratual podem gerar demandas trabalhistas por parte da influenciadora, enquanto o SBT mantém postura institucional afirmando que as relações são regidas por cláusulas previstas em contratos individuais.



