Nesta segunda-feira, 28 de abril, o Bitcoin registrou queda de 1,40%, cotado a US$ 83.508,00, enquanto o Ethereum recuava 0,59%, a US$ 2.675,14, em um cenário macroeconômico marcado pela ausência de avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã e pela forte valorização do petróleo, fatores que reforçam expectativas de política monetária mais restritiva.
Contexto Institucional e Movimentações de Mercado
O mercado cripto registrou oscilações moderadas nesta segunda-feira, com o Bitcoin liderando as quedas em meio a um ambiente de cautela acentuada pelos desdobramentos geopolíticos e indicadores macroeconômicos adversos. Segundo dados da plataforma Binance, o Bitcoin operou em baixa por volta das 16h30 (horário de Brasília), enquanto o Ethereum apresentava recuo secundário, ambos refletindo a sensibilidade do setor a eventos externos de alto impacto.
Nos últimos dias, o Bitcoin atingiu seu pico desde o final de janeiro, consolidando uma estrutura de recuperação que analistas consideram sustentável apesar da volatilidade persistente. O analista Pedro Fontes, da Research do Mercado Bitcoin, destacou que a manutenção do nível de US$ 82 mil como suporte técnico mantém a perspectiva otimista para novas altas no médio prazo.
O Bitcoin registra queda de 1,40%, cotado a US$ 83.508,00, enquanto o Ethereum recua 0,59%, a US$ 2.675,14, em um cenário marcado pela cautela macroeconômica.
Repercussão Institucional e Desenvolvimento de Produtos
Em meio à recuperação do Bitcoin, instituições financeiras tradicionais intensificaram seus engajamentos no ecossistema digital: a MicroStrategy adquiriu US$ 142,7 milhões em Bitcoin na última semana, ampliando sua exposição ao ativo como parte de sua estratégia de reserva de valor.
A parceria entre Citigroup e Coinbase visa facilitar pagamentos em stablecoins para grandes clientes institucionais do banco, com a Coinbase fornecendo a infraestrutura tecnológica e o Citibank conduzindo a liquidação dos recursos como agente financeiro registrado.
Especialistas apontam que o volume semanal de US$ 2,39 bilhões injetado em produtos à vista nos EUA representa a maior entrada desde outubro de 2025 e sinaliza renovado interesse institucional no mercado cripto.



