Ana Campagnolo, deputada estadual de Santa Catarina reeleita pelo Partido Liberal (PL), consolidou a proeza de maior percentual de votos válidos entre todos os candidatos eleitos para as Assembleias Legislativas estaduais e para a Câmara Legislativa do Distrito Federal, obtendo 387.523 sufrágios que representaram 9,04% dos votos totais registrados no estado, segundo apuração oficial divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Contexto Histórico e Apuração da Votação
A análise detalhada dos resultados revela que Campagnolo superou expressivos candidatos como Eduarda Campopiano (PL-SP), com 8,39%, e Bruno Engler (PL-MG), com 5,98%, destacando-se por alcançar o ápice da representação proporcional em um cenário político marcado por polarização partidária e disputas acirradas entre os blocos conservadores e progressistas.
A trajetória da parlamentar, que assumiu o terceiro mandato consecutivo na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidencia consistência eleitoral construída ao longo de mais de seis anos, com atuação marcada por posturas conservadoras, filiação à causa cristã e apoio ao movimento Escola sem Partido, consolidando uma base de apoio sólida no interior do estado, especialmente em Joinville, onde contabilizou 38.397 votos, número que reforça sua capacidade de mobilização em municípios estratégicos.
Ana Campagnolo garantiu 9,04% dos votos válidos em Santa Catarina, o maior percentual entre todos os candidatos eleitos para as Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Repercussão Política e Perspectivas de Governo
A vitória de Campagnolo reforça a hegemonia do bloco conservador em Santa Catarina e sinaliza um reforço na base aliada ao governo estadual de Jorginho Mello, reeleito governador no primeiro turno, ampliando a influência do Partido Liberal em fóruns decisórios de políticas públicas estaduais.
Especialistas apontam que sua experiência legislativa e posicionamento ideológico podem incidir diretamente nas próximas sessões da Assembleia Legislativa, especialmente em matérias relacionadas à educação, família e segurança pública, áreas sensíveis ao seu discurso político.



