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Rodrigo Garro sofre entorse no joelho e Corinthians não define retorno ao Brasileirão

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 14:47
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Rodrigo Garro sofre entorse no joelho e Corinthians não define retorno ao Brasileirão
Fatos Rápidos da Notícia
  • Rodrigo Garro sofreu trauma e entorse no joelho direito durante clássico contra o São Paulo na Vila Belmiro.
  • Ressonância magnética confirmou estiramento no ligamento colateral medial (LCM) do atleta.
  • Corinthians não divulgou o grau da lesão nem previsão de retorno aos gramados.
Resumo Editorial

O meia Rodrigo Garro, do Corinthians, sofreu uma lesão no ligamento colateral medial do joelho direito durante o clássico contra o São Paulo. Apesar de o departamento médico não ter informado o grau do estiramento, especialistas apontam que a recuperação pode variar entre uma e doze semanas, deixando sua participação nas rodadas finais do campeonato incerta.

O meio-campista Rodrigo Garro, camisa 8 do Corinthians, deixou o campo no clássico contra o São Paulo, disputado na Vila Belmiro na última quarta-feira (4), após sofrer um trauma seguido de entorse no joelho direito. Exames de ressonância magnética realizados no dia seguinte confirmaram um estiramento no ligamento colateral medial (LCM), estrutura responsável pela estabilidade da articulação em movimentos de impacto e rotação.

O departamento médico do clube não divulgou oficialmente o grau da lesão nem uma previsão de retorno aos gramados. Segundo o ortopedista Bruno Canizares, lesões isoladas no LCM costumam ter boa cicatrização e, muitas vezes, são tratadas sem cirurgia. No entanto, o tempo de afastamento depende da classificação: graus leves exigem de uma a três semanas, moderados de três a seis e graves podem chegar a doze semanas ou mais.

Canizares explicou que, como o Brasileirão encerra em aproximadamente quatro semanas, Garro tem chances concretas de voltar se a lesão for grau 1. Caso seja grau 2, a possibilidade fica mais restrita e dependerá da evolução clínica; já um grau 3 tornaria improvável sua atuação nas últimas rodadas. O especialista alerta que controlar a dor não significa que o ligamento esteja totalmente cicatrizado, reforçando que o retorno deve respeitar a resposta biológica do organismo para evitar riscos à carreira do atleta.

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