No Lago Paranoá, às 16h37 do domingo (20/9), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para combater um incêndio em uma lancha de 2015 que, após sucessivas tentativas de dar partida no motor, explodiu e deixou quatro pessoas com queimaduras de terceiro grau e outras sete pessoas atendidas no local, segundo relatos oficiais.
Contexto e Antecedentes da O currência
A investigação preliminar, baseada em depoimentos de testemunhas e laudos técnicos iniciais, aponta que a lancha teria apresentado falhas reiteradas durante múltiplas tentativas de religar o motor antes do incidente, ocorrido por volta das 17h na região do Setor de Clubes Sul, onde o grupo navegava com 15 ocupantes vindos de Goiânia.
O fato gerou mobilização imediata das autoridades: a Capitania Fluvial de Brasília, em patrulha no Lago Paranoá, identificou fumaça por volta das 16h40 e acionou o CBMDF, que, junto ao Samu-DF, realizou atendimento a 11 pessoas no local, incluindo quatro vítimas com queimaduras graves que foram encaminhadas ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran).
Quatro pessoas sofrem queimaduras de terceiro grau após explosão de lancha no Lago Paranoá
Repercussão e Measures Preventivas
A Marinha do Brasil confirmou a abertura de inquérito administrativo e a realização de perícia técnica na embarcação para apurar as causas do incêndio, enquanto a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e o Instituto de Criminalística iniciarão investigações para descartar responsabilidades criminais.
Especialistas apontam que falhas no sistema de combustível ou no motor da embarcação, aliada à proximidade com estruturas inflamáveis na popa, como a pia mencionada em relatos, podem ter contribuído para a explosão, reforçando a necessidade de auditorias rigorosas em vessels recreacionais.



