No início de setembro, o ex-pesquisador da O penAI e da Anthropic, Jacob Coxon, demitiu-se da Anthropic ao alertar que o avanço descontrolado da inteligência artificial poderia culminar na extinção da humanidade até 2030, destacando a necessidade urgente de regulamentar o desenvolvimento de sistemas com capacidade de autoaperfeiçoamento em escala superinteligente. O episódio ocorreu em meio à crescente preocupação global com os riscos estruturais associados à automatização massiva de processos, evidenciado por declarações de especialistas e movimentos geopolíticos, como o discurso do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na 81ª Assembleia Geral da O NU. Este fato se insere num cenário complexo no qual a tecnologia ultrapassa fronteiras acadêmicas para integrar-se à segurança nacional, à diplomacia internacional e ao debate ético sobre o futuro da civilização.
Contexto Institucional e Antecedentes da Declaração de Risco
Jacob Coxon alertou que a IA poderia eliminar a humanidade até 2030 se não houver controle imediato sobre seu desenvolvimento superinteligente.



