O acidente ocorrido na montanha-russa Montezum, do Hopi Hari, em 20 de abril de 2024, vitimou Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, que sofreu traumatismo craniano com hematoma subdural e permaneceu 60 dias em UTI após perder movimento no lado esquerdo do corpo, enquanto a família alega ausência de seguro securitário para tratamento ou indenização e o parque nega as acusações, destacando suporte prestado e certificações de segurança.
Contexto Institucional e Procedimentos de Investigação
A família da vítima, representada pela advogada Luana Bossoni, afirma que o parque não ofereceu suporte imediato nem indenização securitária após o incidente, que resultou em sequelas neurológicas graves diagnosticadas por laudos médicos anexados ao inquérito da Polícia Civil e ao Ministério Público de São Paulo.
O caso, que mobilizou coberturas da e do Fantástico (TV), evidenciou a necessidade de esclarecimentos sobre a responsabilidade civil do empreendimento, já que as normas ABNT e a certificação TÜV Nord não impediram o ocorrido, gerando debate sobre a eficácia das fiscalizações preventivas.
A família de Julia Rimoli Bossoni relata que a vítima permaneceu 60 dias em UTI após sofrer traumatismo craniano na montanha-russa Montezum.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Defesa
O Hopi Hari rebate as acusações afirmando que manteve contato com a família para prestar suporte e disponibilizou seguro para tratamento médico, reforçando que a Montezum possui certificação internacional TÜV Nord e segue rigorosamente as normas ABNT com manutenções preventivas diárias.
A defesa da vítima deve buscar responsabilidade civil com base no alegado atraso no atendimento emergencial no local e na ausência de indenização adequada, enquanto o parque mantém posicionamento de compliance com normas técnicas e protocolos de segurança estabelecidos.
A família tem prazo de dois anos para ingressar com ação judicial contra o Hopi Hari, sob pena de prescrição dos direitos securitários previstos no Código Civil.



