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Família nega apoio do Hopi Hari após acidente que deixou Julia Rimoli Bossoni com sequelas graves

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 59 min
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Família nega apoio do Hopi Hari após acidente que deixou Julia Rimoli Bossoni com sequelas graves
Fatos Rápidos da Notícia
  • Família de Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, afirma que o parque Hopi Hari não prestou suporte imediato após o acidente na montanha-russa Montezum em 20 de abril de 2024, alegando ausência de seguro securitário para tratamento ou indenização
  • O acidente resultou em traumatismo craniano com hematoma subdural, levando a Julia a ficar com sequelas neurológicas graves, incluindo perda de movimento no lado esquerdo do corpo e permanência de 60 dias em UTI
  • O Hopi Hari nega as acusações, afirmando que manteve contato com a família e disponibilizou seguro para tratamento médico, além de declarar que a Montezum possui certificação internacional TÜV Nord e segue normas ABNT com manutenções preventivas diárias
Resumo Editorial

Família contesta ausência de seguro securitário e responsabilidade civil do Hopi Hari após acidente na Montezum que deixou Julia Rimoli Bossoni com sequelas graves, apesar de 60 dias em UTI.

O acidente ocorrido na montanha-russa Montezum, do Hopi Hari, em 20 de abril de 2024, vitimou Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, que sofreu traumatismo craniano com hematoma subdural e permaneceu 60 dias em UTI após perder movimento no lado esquerdo do corpo, enquanto a família alega ausência de seguro securitário para tratamento ou indenização e o parque nega as acusações, destacando suporte prestado e certificações de segurança.

Contexto Institucional e Procedimentos de Investigação

A família da vítima, representada pela advogada Luana Bossoni, afirma que o parque não ofereceu suporte imediato nem indenização securitária após o incidente, que resultou em sequelas neurológicas graves diagnosticadas por laudos médicos anexados ao inquérito da Polícia Civil e ao Ministério Público de São Paulo.

O caso, que mobilizou coberturas da e do Fantástico (TV), evidenciou a necessidade de esclarecimentos sobre a responsabilidade civil do empreendimento, já que as normas ABNT e a certificação TÜV Nord não impediram o ocorrido, gerando debate sobre a eficácia das fiscalizações preventivas.

Ponto de Destaque

A família de Julia Rimoli Bossoni relata que a vítima permaneceu 60 dias em UTI após sofrer traumatismo craniano na montanha-russa Montezum.

Repercussão Jurídica e Estratégias de Defesa

O Hopi Hari rebate as acusações afirmando que manteve contato com a família para prestar suporte e disponibilizou seguro para tratamento médico, reforçando que a Montezum possui certificação internacional TÜV Nord e segue rigorosamente as normas ABNT com manutenções preventivas diárias.

A defesa da vítima deve buscar responsabilidade civil com base no alegado atraso no atendimento emergencial no local e na ausência de indenização adequada, enquanto o parque mantém posicionamento de compliance com normas técnicas e protocolos de segurança estabelecidos.

A família tem prazo de dois anos para ingressar com ação judicial contra o Hopi Hari, sob pena de prescrição dos direitos securitários previstos no Código Civil.

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