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Polícia

Mãe e filha são presas por estelionato e tortura, saqueiam fortuna familiar

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 48 min
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Mãe e filha são presas por estelionato e tortura, saqueiam fortuna familiar
Fatos Rápidos da Notícia
  • Autoridades e órgãos oficiais acompanham os desdobramentos do tema apurado.
  • Os registros, decisões e dados centrais foram confirmados formalmente.
  • Medidas institucionais e regulatórias permanecem em curso e sob monitoramento.
Resumo Editorial

A mãe e filha, acusadas de aplicar estelionato e tortura familiar com prejuízo superior a R$ 70 mil, foram presas preventivamente pela PCPR em Curitiba.

Na quarta-feira (23/9), a Polícia Civil do Paraná (PCPR) efetuou a prisão preventiva de uma mulher de 44 anos e sua filha, de 19, sob suspeita de aplicar um esquema de estelionato, extorsão e tortura contra três membros da família — duas irmãs e o pai delas — em Curitiba, com prejuízo financeiro superior a R$ 70 mil e danos físicos e psicológicos sistematizados.

Contexto Institucional e Apuratório da O peração Policial

As investigações, coordenadas pela Divisão de Crimes Contra a Pessoal da PCPR, apuraram que o delito se configurou a partir da manipulação emocional das vítimas, que foram convencidas a contratar um seguro fictício contra suposto hackeamento de dispositivos eletrônicos, sob ameaça de divulgação de informações sensíveis a criminosos.

As ações ilícitas ocorreram no âmbito familiar, com ocorrências contínuas entre os meses de julho e setembro, conforme registros periciais e depoimentos colhidos durante a operação que resultou na apreensão de bens móveis, equipamentos eletrônicos e documentos vinculados ao esquema.

Ponto de Destaque

Mais de R$ 70 mil foram extorquidos das vítimas, que suportaram humilhações como pintar o corpo de azul e ouvir loops com ruídos grotescos por horas consecutivas.

Repercussão Legal e Desdobramentos das Investigações

A delegada El Santos, responsável pelo inquérito, destacou que os métodos empregados caracterizam tortura psicológica e física, com práticas que configuram crime hediondo e justificam a prisão preventiva dos suspeitos.

As autoridades continuam apurando a participação de terceiros no esquema e realizando diligências para localizar bens adicionais ou valores ainda não identificados decorrentes das atividades criminosas.

Atenção / Ponto Crítico
A Justiça deve decidir sobre a manutenção da prisão preventiva até 15 dias após o registro formal da ação penal, sob pena de relaxamento da medida cautelar.

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