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Filme As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você estreia nos cinemas e aborda luto na adolescência

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 14:16
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Filme As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você estreia nos cinemas e aborda luto na adolescência
Fatos Rápidos da Notícia
  • Filme As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você estreou nos cinemas nesta quinta-feira (29/10).
  • Any Gabrielly interpreta Gabriela, jovem tímida que enfrenta o luto pela perda da melhor amiga Júlia, vivida por Giulia Be.
  • Júlia deixa dez cartas com desafios para ajudar Gabriela a superar o luto e a timidez.
Resumo Editorial

O longa-metragem estrelado por Any Gabrielly e Giulia Be chega aos cinemas nesta quinta-feira (29/10) e acompanha uma adolescente tímida que recebe dez cartas deixadas pela melhor amiga falecida para ajudá-la a superar o luto. A produção, dirigida por Diego Freitas, é uma adaptação do livro de Fernanda de Castro Lima e busca discutir saúde mental e questões existenciais com o público jovem.

O filme As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você estreou nos cinemas nesta quinta-feira (29/10) e traz Any Gabrielly como Gabriela, uma jovem tímida que precisa lidar com a perda da melhor amiga, Júlia, interpretada por Giulia Be. Na trama, Gabriela descobre que a amiga deixou dez cartas com desafios destinados a ajudá-la a enfrentar o luto, superar a timidez e sair da zona de conforto. A produção é uma adaptação do livro homônimo de Fernanda de Castro Lima e tem direção de Diego Freitas.

Em entrevista ao Metrópoles, as atrizes, que são grandes amigas na vida real, falaram sobre a responsabilidade de abordar um tema sensível para o público jovem. Any Gabrielly destacou que a juventude já é uma fase de descobertas e mudanças, o que torna a experiência do luto ainda mais complexa. “A juventude em si já é um caos. Você está se entendendo, entendendo quem que você quer ser. E aí quando você passa pelo luto, que é difícil em qualquer fase da vida, somado a tudo isso vira um ‘salceiro’ emocional. E eu acho que o jovem é muito incompreendido”, afirmou.

Diego Freitas revelou que se conectou com a história porque também teve que lidar com o luto muito cedo, após perder o melhor amigo quando tinha cerca de 12 anos. O cineasta explicou que essa lembrança o motivou a fazer um filme voltado aos jovens brasileiros, com espaço para discutir saúde mental e questões existenciais. “Essa marca sempre ficou em mim de querer falar sobre isso e, principalmente, fazer um filme para o público jovem brasileiro, um filme que falasse sobre questões profundas, questões de saúde mental, questões existenciais e, claro, de uma maneira divertida, de uma maneira interessante”, completou.

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Tags:cinema

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