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Economia

Petróleo recua, DIs fecham em queda enquanto eleição presidencial empata

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 47 min
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Petróleo recua, DIs fecham em queda enquanto eleição presidencial empata
Fatos Rápidos da Notícia
  • A taxa do DI para janeiro de 2028 fechou em 13,515%, com baixa de 11 pontos-base em relação aos 13,623% da sessão anterior
  • A taxa do DI para janeiro de 2035 encerrou em 14,01%, caindo 15 pontos-base ante os 14,158% registrados na última sessão
  • A pesquisa eleitoral BTG/Nexus indica empate técnico com margem de erro de 2 pontos percentuais entre Lula (46%) e Flávio Bolsonaro (45%) na simulação de segundo turno
Resumo Editorial

As taxas dos DI de janeiro de 2028 e 2035 fecharam em queda histórica, com 11 e 15 pontos-base de redução, refletindo a volatilidade do mercado impulsionada pela eleição presidencial empatada e expectativas de política monetária mais restritiva.

Na segunda-feira (21), as taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam com expressiva baixa, em sintonia com o recuo dos rendimentos dos títulos americanos e do petróleo no exterior, enquanto a disputa presidencial brasileira seguiu impulsionando movimentos de volatilidade nos mercados financeiros nacionais.

Contexto Institucional e Movimentação de Mercado nas Taxas Futuras

As taxas dos DIs registraram fechamento em 13,515% para o DI de janeiro de 2028, refletindo queda de 11 pontos-base em relação à sessão anterior (13,623%), enquanto o DI de janeiro de 2035 encerrou em 14,01%, com redução de 15 pontos-base frente aos 14,158% da última operação.

A tendência de queda nas taxas futuras ocorreu em resposta à combinação de fatores externos, como a estabilização dos Treasuries e do Brent crude abaixo de US$ 100 por barril, e dinâmicas internas derivadas da nova rodada de pesquisas eleitorais que sinalizaram empate técnico entre os principais candidatos ao segundo turno.

Ponto de Destaque

A taxa do DI para janeiro de 2028 encerrou em 13,515%, marcando queda histórica de 11 pontos-base na sessão mais volátil desde o início do ano.

Repercussão Política e Perspectivas Monetárias no Horizonte Temporal

As manifestações do mercado refletem a desconfiança institucional em torno da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, com investidores priorizando cenários que garantam rigor fiscal e controle inflacionário, conforme evidenciado pela redução das expectativas para a Selic em 2026 e 2027.

A próxima divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, marcada para a terça-feira, demandará atenção redobrada dos agentes econômicos para esclarecer os rumos da taxa básica no curto prazo.

Atenção / Ponto Crítico
O prazo crítico para a definição da trajetória da Selic no final de 2026 está vinculado à próxima decisão do Banco Central, com corte iminente de 25 pontos-base previsto pelos economistas.

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