Na manhã de quinta-feira (27 de agosto), a cidade de Guarujá, no litoral paulista, registrou a descoberta do corpo sem vida de uma mulher trans, identificada como Kayra Kamilly, de 33 anos, em um terreno baldio na Rua Cláudio dos Santos, onde o cadáver apresentava sinais claros de violência e estava em avançado estado de decomposição.
Apuração Criminal e Contexto da Violência
A Polícia Militar localizou o corpo após acesso ao local por meio de uma abertura no muro do terreno, onde um portão de madeira permitia a entrada dos agentes, conforme registro da ocorrência; o corpo, já em estado de degradação natural, foi encontrado deitado sobre o chão irregular do local, com evidências corporais que indicavam trauma contuso na região da cabeça, compatível com esmagamento, conforme laudo preliminar do boletim de ocorrência.
O s primeiros procedimentos de perícia foram conduzidos no local pela equipe técnica da Polícia Civil, que acionou a 3ª Delegacia de Investigação Criminal (DEIC) para assumir o inquérito; a investigação inicial aponta para homicídio qualificado, com possível relação a motivação fútil ou discriminação de gênero, dada a identidade de gênero da vítima e a violência desproporcional aplicada.
O corpo de Kayra Kamilly, trans mulher de 33 anos, apresentava lesão na cabeça compatível com esmagamento, indicando provável homicídio por violência física extrema.
Investigação em Andamento e Desdobramentos Institucionais
A Delegacia de Guarujá formalizou o caso como homicídio e ativou a 3ª DEIC, que assumiu o comando das diligências para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar possíveis autores por meio de entrevistas com testemunhas, análise de câmeras de segurança e laudos periciais complementares.
A Polícia Civil comunicou que mantém postura rigorosa no caso e que as investigações seguem em andamento com o objetivo de garantir justiça à vítima e responsabilizar os responsáveis pelo crime.



