Entre a última semana e o dia 29 de setembro, diversas cidades brasileiras registram intensas ondas de calor, com termômetros marcando temperaturas acima de 37 °C, enquanto o aumento do consumo energético e da transpiração corporal eleva os riscos à saúde em atividades cotidianas, inclusive nas relações sexuais.
Contexto Institucional e Epidemiológico da O nda de Calor
A apuração realizada pela Redação, por meio de dados oficiais do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e do Ministério da Saúde, constatou que as temperaturas extremas atingem o Sudeste, Centro-O este e partes do Nordeste, com destaque para São Paulo, Brasília e Salvador, onde os índices de umidade relativa do ar permanecem abaixo de 30 %.
Antecedentes históricos indicam que ondas de calor como a atual aumentam a demanda por hidratação e reduzem a tolerância ao esforço físico, fatores que, combinados com a prática sexual em ambientes fechados ou com baixa ventilação, podem gerar complicações como desidratação, exaustão térmica e elevação da frequência cardíaca.
Mais de 30 posições sexuais foram catalogadas para uso seguro durante a onda de calor que atinge o país até 29/9.
Repercussão Médica e O rientações de Segurança
Profissionais da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alertam que o aumento da temperatura corporal durante o ato sexual pode sobrecarregar o sistema cardiovascular, principalmente em indivíduos com comorbidades; por isso, recomenda-se a prática de pausas frequentes, manutenção da hidratação com água ou isotônicos e o uso obrigatório de camisinha para prevenir infecções sexualmente transmissíveis.
As diretrizes do Conselho Federal de Medicina reforçam a necessidade de comunicação clara entre os parceiros, priorizando o consentimento informado e a adoção de medidas preventivas, como a escolha de ambientes bem ventilados ou climatizados, para minimizar os efeitos da exposição ao calor no desempenho e na saúde.



