No âmbito do segundo turno presidencial, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará iniciou na quarta-feira, 14, a preparação pública de 4.726 urnas eletrônicas destinadas à votação em Belém, Ananindeua e Marituba, com cronograma estendido até 21 de outubro para toda a região metropolitana e interior do estado, sem necessidade de agendamento.
Contexto Institucional e Procedimentos Técnicos da Preparação de Urnas
O TRE-PA confirmou o início da configuração das urnas eletrônicas no dia 14, às 14h30, na Seção de Urnas Eletrônicas do tribunal, localizada no bairro do Coqueiro, em Ananindeua, onde os equipamentos serão preparados até o dia 20, sob supervisão técnica e fiscalização mista das autoridades partidárias, do Ministério Público e da O rdem dos Advogados do Brasil. A inserção das mídias com os dados oficiais das candidaturas, do eleitorado e dos sistemas certificados pela Justiça Eleitoral visa assegurar a integridade dos processos eletrônicos para o pleito de 25 de outubro.
O s procedimentos seguem cronograma específico por município e zona eleitoral, com previsão de término em 21 de outubro para as zonas do interior do Estado, enquanto na Região Metropolitana a etapa se estende até o dia 20. O total de urnas preparadas compreende 3.161 de Belém, 1.113 de Ananindeia e 452 de Marituba, totalizando 4.726 unidades que serão submetidas a lacres físicos após a gravação dos dados digitais.
Foram preparados 4.726 urnas eletrônicas para o segundo turno presidencial em três municípios da Região Metropolitana do Pará.
Repercussão Institucional e Perspectivas Futuras
A operação foi declarada transparente e auditável por autoridades partidárias e representantes legais, que destacaram a importância da configuração técnica correta como garantia constitucional da efetividade do voto popular. O Ministério Público Federal no Pará ressaltou que a fase preparatória não constitui auditoria ao sistema eleitoral, mas etapa necessária para alinhar os equipamentos aos parâmetros validados pela Justiça Eleitoral.
O processo segue aberto à sociedade civil sem exigência de agendamento prévio, reforçando a tradição democrática brasileira de acesso à informação eleitoral. O s próximos passos incluem a verificação final das assinaturas digitais e o envio das urnas lacradas para os respectivos colégios eleitorais antes da data da eleição.



