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Pará

Pará lidera queda de 45% no desmatamento, ainda lidera área destruída na Amazônia

PorDaniel VinagreVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 15:12
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Pará lidera queda de 45% no desmatamento, ainda lidera área destruída na Amazônia
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Estado do Pará registrou redução de 45,3% na taxa de desmatamento entre agosto de 2025 e julho de 2026, caindo de 2.064 km² para 1.130 km²
  • A Amazônia Legal alcançou a menor taxa de desmatamento de sua série histórica, com 3.335 km² desmatados, representando queda de 41,8% em relação aos 5.731 km² do período anterior
  • As medidas que contribuíram para a redução incluem o embargo de propriedades rurais irregulares, ações de fiscalização remota e de campo, e o fortalecimento do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento (PPCDAm), além do programa União com Municípios
Resumo Editorial

Pará reduz desmatamento em 45,3%, ainda liderando área destruída, com avanços na fiscalização remota e regularização fundiária impulsionando a queda histórica desde 1988.

Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o Estado do Pará registrou uma queda de 45,3% na taxa de desmatamento, reduzindo a área impactada de 2.064 km² para 1.130 km², conforme os dados oficiais divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) nesta sexta-feira (16), reforçando o avanço da Amazônia Legal rumo à menor marca histórica da série iniciada em 1988.

Contexto Institucional e Estratégias Ambientais

A análise dos dados do sistema Prodes revela que a significativa redução no Pará decorreu da intensificação das medidas de fiscalização remota e de campo, aliadas ao embargo de propriedades rurais irregulares e ao reforço do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento (PPCDAm), conforme informou o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, destacando a eficácia da coordenação entre políticas federais e iniciativas municipais.

O programa União com Municípios, ao apoiar a regularização fundiária e a gestão ambiental em cidades prioritárias do estado, consolidou o ambiente favorável à contenção da degradação florestal, enquanto a participação popular nas decisões sobre exploração de petróleo na Foz do Amazonas e Marajó evidenciou a ampliação da transparência institucional.

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