O publicitário Sergio Lima, responsável pela comunicação da pré-campanha presidencial de Augusto Cury, assumiu o desafio de transformar a ampla presença digital do escritor psiquiatra — que já somava mais de 8 milhões de seguidores no Instagram em abril — em capital eleitoral para a disputa de 2026, consolidando uma estratégia que alia expertise em campanhas digitais de alto nível a uma trajetória marcada por atuação ao lado de candidatos com perfis outsider.
Contexto Estratégico e Trayetória do Assessoria
A trajetória de Sergio Lima na comunicação política ganhou contornos definidos com a atuação junto a candidatos que adotam abordagens fora dos parâmetros tradicionais, como Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, tendo contribuído para a construção de narrativas centradas em mobilização digital e construção de identidade via redes sociais e aplicativos de mensagem, modelo que se consolidou como referência no cenário pós-2018.
Sua nomeação para comandar a comunicação da campanha de Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência em 2026, não foi fruto de coincidência, mas sim o desdobramento lógico de uma experiência que já havia demonstrado capacidade comprovada em alavancar seguidores e converter audiência online em vantagem eleitoral real.
Augusto Cury já contava com mais de 8 milhões de seguidores no Instagram ao assumir a pré-campanha, um recorde para um candidato sem histórico político prévio.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Comunicação na Era do O utsider
A nomeação de Lima para a comunicação de Cury gerou expectativa quanto à capacidade de ampliar o alcance do escritor além da base leitoral tradicional, com analistas apontando que o desafio reside em traduzir uma audiência digital engajada em eleitores efetivos, num contexto em que a legislação eleitoral exige transparência na origem dos recursos e na estruturação da campanha.
Especialistas em comunicação política destacam que a experiência de Lima com modelos outsider pode representar um marco na forma como candidatos sem trajetória política acumulam capital simbólico para competir em igualdade de condições com nomes enraizados nos partidos tradicionais.



