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Polícia

Casal administra fraude com falsos consórcios de imóveis no DF

PorJoão Paulo NunesVerificadoOrtografia IAPublicado Há 53 min
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Casal administra fraude com falsos consórcios de imóveis no DF
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, nesta terça-feira (22/9), em endereços residenciais e comerciais vinculados a empresas e pessoas investigadas por fraudes na venda de cartas de consórcio.
  • O casal apontado como responsável pela administração das empresas teria atraído vítimas por meio de falsos anúncios de imóveis em redes sociais, induzindo-as a acreditarem que estavam contratando financiamento imobiliário ou adquirindo carta de crédito já contemplada, com foco em pessoas de baixa renda e baixo nível educacional.
  • Foram apreendidos dois veículos de luxo — uma BMW X4 avaliada em aproximadamente R$ 300 mil e um Audi A5 em R$ 150 mil — além de aparelhos eletrônicos, agendas e scripts com roteiros usados para enganar as vítimas.
  • A Justiça do Distrito Federal determinou o bloqueio das contas bancárias das empresas e de seus proprietários, totalizando cerca de R$ 1 milhão, como medida preventiva no inquérito sobre o esquema fraudulento.
Resumo Editorial

A operação Deceptus, coordenada pela PCDF, desmantelou esquema que fraudava consumidores vulneráveis com falsos consórcios de imóveis, somando prejuízos superiores a R$ 1 milhão desde 2021.

A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu, nesta terça-feira (22/9), 11 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais vinculados a empresas e pessoas investigadas por supostas fraudes na venda de cartas de consórcio, com o objetivo de desmantelar um esquema que atraía vítimas vulneráveis por meio de falsos anúncios em redes sociais.

Contexto Institucional e Investigação da O peração

A operação, batizada Deceptus, foi coordenada pela Divisão de Crimes Contra o Consumidor da PCDF e contou com o apoio técnico da Delegacia Especializada em Crimes Cibernéticos, permitindo mapear com precisão as rotas utilizadas para induzir consumidores de baixa renda e escolaridade limitada a pagamentos irregulares sob a promessa de financiamento imobiliário ou aquisição de carta de crédito já contemplada.

As investigações revelaram que o grupo criminoso operava há pelo menos desde 2021 no Distrito Federal, acumulando centenas de reclamações registradas em plataformas digitais e configurando prejuízos que ultrapassam o valor simbólico, com indícios de estrutura organizacional voltada à exploração sistemática de expectativas legítimas.

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