O levantamento do Instituto Doxa, registrado no TRE-PA sob o número PA-08418/2026 e divulgado em 30 de setembro de 2026, revelou que a candidata Hana Ghassan (MDB) assume a liderança na disputa pelo Governo do Pará com 43,3% das intenções de voto estimuladas, contra 36,8% de Dr. Daniel Santos (PODEMOS), diferença de 6,5 pontos percentuais, em pesquisa realizada entre 24 e 28 de setembro com amostra de 2.000 entrevistas válidas em todo o estado, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Contexto Institucional e Metodológico da Pesquisa Eleitoral
A pesquisa do Instituto Doxa, registrada oficialmente no TRE-PA sob o número PA-08418/2026, foi conduzida com recursos próprios entre os dias 24 e 28 de setembro de 2026, abrangendo as 12 Regiões de Integração do Estado do Pará com amostra estatisticamente representativa de 2.000 entrevistas válidas, dentro de margem de erro estimada em 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme metodologia técnica prevista em normas do Tribunal Superior Eleitoral.
O levantamento, efetuado na modalidade estimulada – que apresenta o cenário real de voto após a apresentação da lista de candidatos ao eleitor – apurou ainda que a diferença entre os dois primeiros colocados é estatisticamente significativa, reforçando a tendência observada nas expectativas de vitória, onde 44,3% dos eleitores apostam na candidatura de Hana Ghassan (MDB) e 41,0% no pleito de Dr. Daniel Santos (PODEMOS), consolidando a vantagem técnica apontada nos dados iniciais.
Hana Ghassan (MDB) lidera a corrida pelo Governo do Pará com 43,3% das intenções de voto estimuladas, contra 36,8% de Dr. Daniel Santos (PODEMOS), diferença de 6,5 pontos percentuais.
Repercussão Política e Cenários Estratégicos
As implicações desse cenário para a configuração política do Pará são profundas, já que a liderança consolidada por Ghassan coloca o MDB em posição privilegiada para assumir o governo estadual em janeiro de 2027, mesmo diante da rejeição direta de 22,3% dos eleitores e da presença significativa de indecisos – totalizando 10,8% na expectativa de vitória –, o que demanda estratégias definidas para ampliar a base eleitoral além dos dois primeiros colocados.
Especialistas apontam que a proximidade dos resultados com a margem de erro permite que pequenos desvios na distribuição final dos votos possam redefinir o equilíbrio político regionalmente, especialmente em áreas-chave como Belém e o interior do estado, onde as tendências municipais ainda não estão plenamente mapeadas.



