Carregando...
Voltar para a página inicial
Polícia

Clínica irregular é alvo da polícia e dona é detida no RJ

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 19:41
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
Clínica irregular é alvo da polícia e dona é detida no RJ
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, na quinta-feira (22), uma operação contra uma clínica no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que era acusada de realizar procedimentos estéticos irregulares e com falsos médicos, prendendo a dona do estabelecimento.
  • Ainda segundo a polícia, a investigação iniciou-se em 5 de outubro após denúncia e resultou na apreensão de 16 ampolas de medicamento controlado para sedação pela 52ª DP (Nova Iguaçu).
  • A justiça está apurando possíveis crimes de exercício ilegal da medicina, lesão corporal, exposição da vida ou saúde de terceiros a perigo, falsidade documental e crimes contra as relações de consumo.
Resumo Editorial

A proprietária de uma clínica irregular foi detida em flagrante após apreensão de 16 ampolas de medicamento controlado e constatação de procedimentos invasivos com médicos não habilitados, configurando crime contra a saúde pública e o consumidor.

Na manhã de quinta-feira, 22 de outubro, a Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou uma operação contra uma clínica estética localizada no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que era acusada de realizar procedimentos invasivos com médicos não habilitados e com o uso irregular de medicamentos controlados para sedação; a proprietária do estabelecimento foi detida em flagrante durante o cumprimento de mandado judicial.

Apuração Criminalística e Desdobramentos da O peração

A investigação que culminou na prisão da dona da clínica teve início em 5 de outubro, após formal denúncia de irregularidades que envolviam a falsificação de documentos médicos e a prática de técnicas cirúrgicas sem supervisão profissional, conforme registrado pela 52ª Delegacia Policial de Nova Iguaçu; durante a operação, agentes apreenderam 16 ampolas de medicamento controlado destinado à sedação profunda, evidenciando a utilização sistemática de substâncias perigosas em procedimentos estéticos.

O inquérito policial apura ainda a participação de terceiros no esquema fraudulento, incluindo a possível falsificação de diplomas e o uso indevido do nome e carimbo profissional de um médico que negou categoricamente qualquer autorização para a atuação na clínica, fato que configura crime contra as relações de consumo e falsidade documental segundo o Ministério Público Estadual.

Ponto de Destaque

Foram apreendidas 16 ampolas de medicamento controlado para sedação durante o cumprimento do mandado judicial.

Repercussão Legal e Desafios ao Marco Regulamentar dos Procedimentos Estéticos

A Justiça aguarda a formalização das denúncias por parte do Ministério Público, que já sinalizou a possibilidade de enquadrar os atos como exercício ilegal da medicina (art. 9º da Lei nº 4.067/62), lesão corporal grave (art. 129 do Código Penal) e violação à Lei do Consumidor (Lei nº 8.078/90), diante das evidências coletadas nos exames periciais e nos relatos das vítimas.

Diversas pacientes relataram complicações físicas graves, incluindo necrose nos glúteos e úlceras cutâneas, após o chamado 'hidrolifting', procedimento que envolvia extração de gordura abdominal e injeção não autorizada em regiões corporais sensíveis, conforme confirmado por laudo pericial da 52ª DP.

Atenção / Ponto Crítico
A proprietária da clínica responde por crimes que prevêem até quatro anos de reclusão, multa e perda do direito de exercer atividade comercial.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio